Transei com um casal

Olá, meu nome é Ana e sou leitora assídua dos contos eróticos deste site. Acho realmente muito excitante e hoje resolvi contribuir e contar uma história que aconteceu comigo, aliás a melhor experiência sexual até agora, pois pretendo fazer muitas dessas ainda.

Eu tinha um namorado e sempre que transávamos, fantasiávamos muito ter entre nós outra mulher. Isso partiu dele um certo dia. No início fiquei um pouco assustada, mas depois fui gostando e ficava cada vez mais excitada com a ideia.

Porém, percebi que, se dependesse dele, jamais realizaríamos, e ficaria sempre nas fantasias somente. Com certeza com outras mulheres ele faria e talvez até tenha feito, mas ele sempre alegava ter medo de estragar nossa relação quando eu manifestava a intenção de realizá-la.

Certo dia brigamos. Descobri uma coisa que ele havia me aprontado e, saibam caros leitores que, sem exceção, mulher com raiva e traída é capaz de qualquer loucura!!! Resolvi sair… sozinha. Eu já tinha ouvido falar numa tal casa de swing aqui em Porto Alegre.

Me dirigi até lá. O estacionamento estava lotado. Fiquei uns 20 minutos dentro do carro, com receio de entrar, criando coragem. Finalmente entrei, chamei a proprietária e troquei uma ideia. Eu disse a ela que eu nunca tinha ido e que estava desacompanhada.

Ela me tranquilizou, que ali era um ambiente de respeito, onde ninguém fazia o que não queria, blá, blá. Mas eu queria sim, fazer algum coisa. Sentei no bar, que ficava logo no hall de entrada e pedi uma cerveja. A casa estava lotada, a música rolava, meninas dançando seminuas nos “queijinhos” e já dava pra se observar aqui e ali alguns casais se beijando de forma íntima e seminus.

Não tive muita oportunidade de analisar tudo, pois não se passaram mais de 10 minutos, aproximou-se um casal puxando assunto. Eles não eram do sul. Eram cariocas de férias. Ele era um moreno lindo, alto, muito charmoso, carismático. Ela, também morena, simpática, com seios fartos e um quadril também avantajado.

Nos apresentamos, conversamos um pouco, ele puxou um banco e sentou no bar ao meu lado, enquanto ela virou de costas e ficou assistindo um strip tease de um morenão lindo, muito excitante. Logo o homem, que se chamava Robson, sussurrava coisas no meu ouvido.

Ele pegou na minha mão e passava a língua entre os meus dedos. Logo fiquei excitada. Ele era um verdadeiro Don Juan. Logo os dois me convidaram pra sair dali, o que logo aceitei. Fomos para um flat na Av. Praia de Belas, finíssimo, que ficava de frente para o Guaíba.

Ele pediu champagne, serviu duas taças e me levou até a sacada para que eu olhasse a vista. A noite estava linda, a lua refletia nas águas do rio e aquela brisa suave me deixava ainda mais excitada. Ele me abraçou por trás, beijando meu pescoço e só então senti o volume dentro da calça dele.

Pude sentir que o pau dele era enorme. Logo ele levantou meu vestido, passando as mãos nas minhas coxas arrepiadas de tesão e me virou, me beijando intensamente.

Que beijo!!! Mas eu ainda estava tensa pois a porta estava entreaberta e a mulher, que se chamava Júlia, havia ficado na sala, sentada no sofá, vestindo uma camisola preta transparente muito sexy, só nos observando. Eu não sabia direito o que estava rolando, se ela iria ou não participar.

Fui relaxando à medida que o Robson me beijava e me despia. Fiquei só de calcinha, e então ele entrou e pegou junto ao bar, que ficava dentro do flat, uma banqueta dessas altas. Ele a trouxe e me colocou sentada ali. Em seguida ele abriu minhas pernas, baixou as calças e ficou roçando aquele pau bem duro na minha bucetinha, já toda molhadinha.

Eu estava louquinha de desejo e ele chupou meus seios com tanto tesão que parecia que ia engoli-los. Logo ele puxou cada uma das minhas pernas, as levantou e encostou meus pés na parede do lado oposto (a sacada era bem estreita).

 

Ele então se ajoelhou e começou a me chupar. Vi estrelas duplamente. A Júlia estava só bebendo champagne e observando, e me olhava nos olhos. Eu não consegui conter meu gemido de tanto prazer. Ele passava a língua por toda a minha bucetinha bem molhadinha, deixando cada vez mais encharcada e então parava no meu grelinho, sugando-o entre os lábios num movimento de vai-e-vem de enlouquecer.

Nunca ninguém havia feito isso tão bem. Eu estava quase gozando mas tive forças de pedir pra ele parar, pois eu também queria provar aquele pau gostoso. Levantei e fiquei de joelhos diante de tudo aquilo. A pica era enorme, mas coloquei toda na boca.

Eu estava louca de vontade de mamar naquele pau, já todo lambuzado. A piroca dele já estava escorrendo porra e eu chupei, chupei, lambia, passava a língua bem devagarinho na cabeça do pau, fazendo ele gemer e tremer de prazer.

Ele me puxou e me levou pro quarto. E a Júlia também entrou e se sentou numa poltrona ao pé da cama e eu perguntei se ela não vinha. Eu nunca havia chupado uma bucetinha e estava louca pra fazer isso. Ele pediu que eu esperasse.

Então o Robson me deitou na cama macia, colocou um travesseiro em baixo de mim, abriu bem as minhas pernas de modo que a mulher dele pudesse ver bem de onde ela estava sentada, abriu bem minha bucetinha toda melada com os dedos e voltou a me chupar daquele mesmo jeito.

Fui ao paraíso quando ele colocou os dedos dentro da minha xana e, ao mesmo tempo que ele chupava meu grelinho, seus dedos entravam e saiam da minha bucetinha, até que eu gozei tão intensamente como nunca havia gozado antes.

Cheguei a perder as forças e ele então enfiou o pau na minha bucetinha, primeiro devagar, mas eu estava desesperada e agarrei os quadris dele, implorando pra que fizesse com força e ele enfiou então com força, num vai e vem frenético, enlouquecedor.

A Júlia se masturbava, gemendo e se remexendo na cadeira, com o rosto vermelho e os olhos vidrados em nós. O Robson gemia alto, e seu corpo tremia. Ele me virou de uma forma rápida e urgente e me colocou de quatro, abriu bem as minhas pernas e mostrou minha bucetinha pra ela.

– Olha só que gostosa a bucetinha que tô comendo!! – ele falou olhando para a esposa, e enfiou novamente aquele pau gostoso na minha bucetinha.
De quatro, minha posição preferida, fui então à loucura mais uma vez. Nunca gozei tanto, e tão intensamente.

Ele já não conseguia mais segurar, tirou então o pau pra fora e, gemendo bem alto, jorrou toda a porra em cima da minha bunda e escorria pela minha bucetinha aquela enorme quantidade de líquido quente e gostoso. Nos deitamos exaustos e demoramos pra conseguir voltar a respirar normalmente.

Ele serviu mais champagne, perguntou se eu queria alguma coisa mais, extremamente carinhoso e atencioso. Eu disse que eu precisava de um banho. Quando voltei, a Júlia estava deitada na cama e me chamou pra deitar ao seu lado.

O Robson estava deitado nos pés da cama, atravessado, de frente pra nós, com a taça de champagne na mão. Conversamos um pouco e ela se virou e começou a beijar meus seios, meu pescoço e então minha boca. Confesso que pensei que não teria forças pra transar de novo e era estranho beijar uma mulher na boca, mas ela também sabia fazer muito bem e foi me deixando novamente louca.

A Júlia me beijou todinha. Como era diferente ser tocada e beijada por uma mulher. Quando ela chegou na minha bucetinha, ela abriu bem e ficou olhando, dando umas lambidinhas de leve e então enfiou a língua lá dentro.
Aiiii!!! Que delícia!!! Só de lembrar me arrepio toda.

Mas aí então pedi a ela me deixar fazer aquilo, afinal há tempos eu morria de vontade e nunca havia feito. Ela se deitou, tirou a camisola e disse:
– Sirva-se, Ana! Pode chupar essa buceta o quanto quiser!!!
Nooooossa!!!! Chupei durante muito tempo os peitos dela.

Ela era muito gostosa e cheirosa. Depois fui descendo e então fiquei de frente pra bucetinha dela, toda depiladinha, bem branquinha e rosadinha por dentro, e saia um líquido de dentro, afinal ela estava há bastante tempo muito excitada.

O Robson ficava só observando agora e pedindo:
– Issoooo!! chupa, chupa bem o grelinho dela, mama nesse grelinho gostoso, enfia a língua na bucetinha dela, depois eu vou enfiar meu pau nas duas!!

E eu chupei, chupei com vontade aquela bucetinha bem melada, enquanto ela se contorcia e gemia. Ela então virou de quatro, abriu bem as pernas e eu fiquei por baixo, abri a bucetinha dela com meus dedos e continuei chupando o grelinho, ela esfregava a bucetinha com vontade na minha boca.

Que delícia!!! Até que ela gozou bem gostoso na minha boca e deixou escorrer aquele líquido na minha língua. Foi então que de repente, o Robson veio por trás e enfiou o pau na xotinha dela com força. Eu fiquei ali embaixo só observando.

Ela gozou naquele pauzão umas duas vezes seguidas e então ele nos puxou e colocou as duas de quatro na beira da cama e ficou num vai e vem alucinante. Enquanto ele metia em mim, ele enfiava os dedos na xotinha dela e depois ao contrário, enfiava aquele pauzão gostoso, todo lambuzado da minha bucetinha na bucetinha dela e os dedos na minha.

Gozei no pau dele e também em seus dedos. Era muito tesão!!! Me deitei na cama e a Júlia veio me chupar de novo, dizendo que queria sentir o gosto do pau do marido dela na minha bucetinha e chupou com vontade, enquanto ele comia ela de quatro, por trás.

Eu estava só olhando ele enfiando nela e sentindo a língua quente dela no meu grelinho. Não resisti e gozei de novo. Nos sentamos as duas na beira da cama e ele de pé, e ficamos chupando. Primeiro a gente intercalava e dividia aquele pau gostoso, chupando com vontade, depois eu chupei as bolas dele e ela ficou sugando o pau, até que ele deu um gemido muito alto e gozou na nossa cara, na cara das duas putinhas.

Nós nos beijamos, cheias de porra na boca, no rosto, escorrendo pelos seios. Foi alucinante!!!! Isso tudo durou das 1:30hs até as 6:00hs da manhã, quando então eu fui embora.

Trocamos emails e telefones e chegamos a nos falar algumas vezes, mas logo depois voltei com meu namorado e não tivemos mais oportunidade de nos encontrar. Mas valeu cada minuto daquela experiência louca. Matei minha vontade e curiosidade da melhor maneira possível com pessoas muito interessantes, de alto nível.

Foi uma experiência cheia de tesão, muito excitante, mas também com muito respeito e discrição. Acho que tive muita sorte e espero que da próxima vez eu tenha novamente, pois pretendo fazer acontecer de novo.

Quanto ao meu namorado, ele nem imagina!!!! Eu realmente gostaria muito de um dia poder compartilhar uma experiência assim com ele. Quem sabe um dia ele mude de ideia…

 


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