A Tara de Carla

Meu nome é Carla, acabei de completar trinta e cinco e esta é a minha história.
Sou loira, o que é natural já que sou filha de alemães, tenho cabelos compridos e ondulados que vão até a altura dos ombros. Meus olhos são azuis, o que sempre chamou a atenção das pessoas que me chamavam de bonequinha de porcelana, pela brancura da minha pele. Tenho um e setenta de altura e corpo bem definido do qual muito me orgulho.
Como já mencionei, sou formada em direito, mas nunca exerci a profissão. Casei-me há dez anos com o Claudio, um médico de quarenta e dois anos a quem amo loucamente e com quem tive um filho que é tudo pra mim, o Paulinho, hoje com sete anos.
Meu problema começa quando eu tinha apenas doze anos e morava na fazenda em Joaçaba. Naquele dia o ônibus que nos levava à escola na cidade, quebrou no meio do caminho e tivemos que voltar a pé pra casa. Perdemos aula naquele dia e eu estava super feliz por voltar mais cedo pra casa.
Meu pai estava fora naquela semana viajando a negócios e minha mãe, com de costume, era quem estava no comando de tudo na fazenda, inclusive de mim.
Naquela manhã, cheguei mais cedo e não a encontrei em casa.
—A dona Berta foi dar as ordens pros empregados na plantação.- Disse Jacira, nossa cozinheira.
Não esperei um segundo e corri procura-la
Minha mãe era linda e seu sorriso de marfim, sempre contornado por um batom vermelho, enchiam de brilho nossa casa. Eu a amo muito.
Meus pais viviam o que parecia ser um casamento perfeito aos meus olhos inocentes de menina, mas eu estava prestes a descobrir que as coisas nem sempre são o que parecem.
Meu pai, como já disse é muito rígido e sério, mas é também um homem muito bonito e bom. Até pouco tempo não entendia como minha mãe tinha podido fazer aquilo com ele, até que também experimentei do mesmo gosto amargo que ela deve ter experimentado. Ele não tinha quem não o admirasse pela sua honestidade e retidão.
Bom, como eu ia dizendo, naquela manhã eu corri em direção à plantação a procura de minha mãe, nós éramos muito ligadas na época, quando, ao passar perto dos estábulos dos cavalos e que deviam estar vazios àquela hora, ouvi uns ruídos estranhos vindos lá de dentro. Curiosa, aproximei-me da grande janela de madeira e, pela fresta que se formara entre uma tábua e outra pela ação do tempo, tive a visão que me marcaria pelo resto da vida. Lá dentro, vi minha mãe deitada sobre um monte de feno com os seios fartos pra fora do decote; sua saia levantada; suas pernas branquíssimas abertas e, entre elas, um negro lindo, empregado da fazenda, seu nome era Tião. Tião estava com as calças arriadas e se movimentava freneticamente enquanto minha mãe gemia e revirava os olhos, mas não de dor e sim de prazer.
Os dois se agarravam e se beijavam loucamente.
Fiquei boquiaberta, mas permaneci ali e assisti até que tudo terminou num espasmo doido em que os dois se agarravam e depois quedaram-se, exaustos um sobre o outro.
Aquela cena… Aquele contraste da pela negra do rapaz com a pela branca de minha mãe me fascinou. Pela primeira vez em minha vida senti uma coceirinha estranha lá em baixo. Minha vagina ficou molhada e senti uma, irresistível vontade de me tocar. Então, corri para o meu quarto e, pela primeira vez me masturbei apenas seguindo meus instintos.
Depois, senti um pouco de revolta e raiva da minha mãe por trair meu pai daquela maneira, mas nunca lhe contei nada. Daquele dia em diante eu me afastei drasticamente dela e ela percebeu e sofreu. Deve ter desconfiado que eu tivesse visto alguma coisa, mas nunca abriu o jogo comigo. Notei que ela se afastou do Tião, talvez por remorso ou por culpa, não sei, só sei que este assunto nunca ficou bem resolvido entre nós duas e, talvez essa seja a causa de tudo que venho sofrendo. Talvez um dia lhe conte tudo o que vi e nós conversemos sobre o assunto. Talvez lhe diga como aquela imagem ficou gravada em meu mais profundo intimo, ou talvez nem lhe diga nada… Talvez, talvez, talvez…
Esse episódio marcou o desabrochar da minha sexualidade despertando em mim este desejo secreto. Transar com um cara negro. Sei que para a maioria isto é fácil, mas para mim que tive uma educação severa e preconceituosa, isto era praticamente um tabu. Sempre que eu me tocava eu fantasiava que era eu no lugar de minha mãe aquela manhã e tinha orgasmos avassaladores. Porém, nunca consegui levar um relacionamento com um negro adiante. Eu até que tentei, mas toda vez que a coisa parecia engrenar, o desejo se transformava em raiva pela lembrança da traição de minha mãe e terminava tudo antes de rolar qualquer coisa.
Na faculdade, tive muitos namorados, nada muito profundo que durasse, mas o suficiente para que eu vivesse outras experiências.

 

Minha tara por negros continuou viva, no mais profundo labirinto do meu ser, é verdade, mas ainda estava queimando. Era um sentimento estranho. Um tesão descomunal acompanhado de raiva, muita raiva. Tentei resolver isto e tive dois namorados negros, mas nunca chegamos a transar, pois, apesar do desejo ardente, um sentimento de raiva profunda me impedia de levar adiante e eu terminava tudo restando apenas o amargo gosto da frustração e um vazio imenso.
Contei tudo o que se passava comigo à Nádia minha melhor amiga num desabafo choroso certa vez.
—“É melhor você resolver isto logo ou procurar um psicólogo, caso contrário este sentimento pode te deixar maluca”— Disse ela me aconselhando, mas não segui seu conselho e não fiz nenhuma coisa nem outra. Imagina que eu vou me deitar num divã e contar todas estas obscenidades a um estranho que anotaria tudo num caderninho. Jamais.
Tudo mudou em minha vida quando conheci o Claudio em um barzinho certo sábado à noite. Foi amor à primeira vista. Começamos a namorar e, pela primeira vez eu estava em um relacionamento sério de verdade, onde compartilhamos ideias, pensamentos e planos para o futuro. Nos casamos quando terminei a faculdade e eu estava então com vinte e quatro anos e ele com vinte e oito.
O Claudio é um homem maravilhoso e um cirurgião muito bem conceituado no meio.
Hoje, levamos uma vida boa e confortável morando em um bairro nobre de Campinas. Tivemos o Paulinho logo no primeiro ano de casados. Nosso filho não foi planejado, mas foi muito bem vindo. Eu amava muito minha família e a vida que tínhamos e meu fetiche por negros teve que ficar só na fantasia mesmo até que eu já nem pensava mais nisso.
Resumindo, nossa vida estava perfeita e nosso casamento, pelo menos até aquela manhã de sexta, era ótimo.
O telefone tocou.
— Alô!
— Alô, Carla…?
— Oi, amor, aconteceu alguma coisa? — Falei preocupada, pois ele nunca me liga àquela hora da manhã.
—Sim, aconteceu, acabei de encontrar um grande amigo meu, nós servimos juntos no exercito e, há muito tempo não nos vemos, por isso o convidei pra jantar com a gente hoje. Será que dá pra preparar alguma coisa especial? — Falou ele eufórico.
— Claro, amor. A que horas você marcou com ele?
— Às oito e meia, pode ser?
— Tá ótimo. Pode deixar que vou caprichar.
Aquele dia foi corrido pra mim. Além de fazer o jantar, ainda tive que me produzir toda, pois o Claudio adora exibir a esposa que tem. Vai entender os homens.
Naquele dia, usei um vestido preto curto de alcinhas bem solto e folgado que realça minhas pernas e bum bum empinado, afinal, eu sempre fui uma mulher vaidosa e me cuido.
Às oito e meia em ponto a campainha tocou. Era ele. Tremi inteira dentro do vestido quando abri a porta e me deparei com aquele mulatão de cabeça raspada, forte como um touro usando uma camiseta branca e justa, o que salientava seus músculos trabalhados e calça jeans preta também justa. Com braços fortes e peitoral avantajado, ele se mostrava um verdadeiro deus negro, lindo e enorme.
— Carla, Adalberto, Adalberto, Carla, minha esposa. — Nos apresentou Claudio enquanto eu tentava disfarçar o turbilhão de sentimentos desconcertantes que me invadiam.
Eu e o visitante nos aproximamos e trocamos os tradicionais beijinhos no rosto e eu pude sentir o cheiro delicioso de perfume masculino ao qual não consegui identificar, mas me embriaguei com aquele odor maravilhoso, talvez porque estivesse misturado com o cheiro de loção pós-barba o que lhe dava um toque de sensualidade misturado à brutalidade.
Alguma coisa tremeu dentro de mim e a imagem que me marcou a adolescência voltou a minha mente com força total, despertando-me uma enorme atração por aquele homem até então desconhecido para mim.
Adalberto se mostrou um cara simples. Ele e o Claudio serviram o exército juntos durante um ano. Depois disso meu marido foi para a faculdade e o Adalberto seguiu carreira militar e hoje é capitão no Acre. Ele encontrava-se de licença para visitar a mãe doente aqui em Campinas quando decidiu rever o Claudio aquela manhã.
Meu coração estava aos pulos. Eu me sentia irresistivelmente atraída por aquele mulato lindo.
—“Seria isto normal…? Será que toda mulher se sente assim na frente dele…?” — Eram questionamentos que rodavam em minha cabeça confusa naquele momento.
Conversamos muito os três, durante e depois do jantar. O visitante se mostrou muito simpático. Brincou com o Paulinho, que o adorou, e contou-nos histórias do tempo em que ele e meu marido serviram juntos. Segundo ele, eram inseparáveis.
Dentro de mim explodiam sentimentos inéditos que não me agradavam nem um pouco. O olhar que ele me lançava me incomodava demais a ponto de me desconsertar. Eu sentia aquele olhar me desejando descaradamente; encurralando-me como um predador encurrala sua presa e me despindo com o olhar.
Por algum tempo pensei que estivesse enganada, que era coisa da minha cabeça, mas depois tive a certeza de que ele estava me paquerando descaradamente. Foi quando o Paulinho já tinha ido dormir e fomos para a sala. Eu já estava um pouco alta, pois já tinha bebido duas taças de vinho e três latas de cerveja, um exagero para mim. Enquanto conversávamos, eu me esforçava para não dar na vista a minha atração por ele. O Claudio percebeu que eu estava alterada e riu, pois é raro eu beber mais que uma taça de vinho.
Há certa altura, o telefone fixo tocou na saleta ao lado e meu marido foi atendê-lo deixando-nos a sós num ambiente extremamente constrangedor para mim.
Mais que depressa, o Adalberto colou os olhos gulosos de predador em mim, principalmente em minhas pernas cruzadas que deixavam exposta minha coxa. Sem graça, fui tentar esconder um pouco minha perna que se mostrava toda desnuda para ele, ao descruzá-las, minha calcinha apareceu, por um breve momento é verdade, mas ele a viu.
—Você é uma mulher muito bonita, Carla. — Falou ele com aqueles malditos e lindos olhos negros.
Corei.
—Você diz que tem vinte e sete anos, mas parece ter vinte e dois no máximo. —Completou ele, descaradamente.
Aquele cara parecia ter percebido que mexia comigo e passou a me provocar e isto me irritou profundamente.
— Obrigada. — Falei secamente tentando impor–lhe limites, afinal, sou uma mulher casada, pensava eu.
— O Claudio tem sorte por dividir a cama com uma mulher linda e sexy como você. — Fala ele descruzando as pernas e exibindo o volume sob sua calça, demonstrando que tivera uma ereção.
Fingi não ver a provocação.
— Me desculpe senhor Adalberto, mas penso que um casamento não se limita apenas a dividir a cama. Há muito mais que isto envolvido. — Falei com ar superior.
—Sim, concordo, mas a senhora á de convir comigo que é pelo menos cinquenta por cento de tudo, não é? —O desgraçado me chamou de senhora… Nunca ninguém havia me chamado assim. Irritei-me, mas consegui me conter.
—E o senhor? Não pensa em se casar um dia? — Falei tentando mudar o foco da conversa que até então era eu.
—Não, —disse ele, — o Claudio casou com a última mulher com quem valeria a pena se casar. — Falou ele, semvergonhamente, me encarando para testar minha reação.
— O mundo é muito grande e tenho certeza de que há milhares de mulheres melhores do que eu soltas por aí. De mais a mais, minha aparência não revela quem sou realmente. Você não iria gostar do que encontraria. — Falei com raiva e algo triunfante.
—Duvido, mas, mesmo assim, não me importaria em arriscar. — Respondeu ele enfático.
— O senhor está sendo desagradável… — falei cada vez mais irritada.
Ele apenas me encarou em silêncio.
—Não sou perfeita, senhor Adalberto, tenho muitos defeitos, tantos que o senhor nem imagina. — Falei secamente encarando-o.
— As qualidades que vi até agora superam qualquer defeito seu, tenho certeza. A propósito, dizem por aí que vermelho é a cor da paixão, mas eu prefiro azul. É minha cor favorita. — Falou ele, provocativamente cravando em mim aqueles olhos hipnotizadores.
Corei, num misto esquisito de raiva e excitação. O desgraçado fez questão que eu soubesse que ele tinha visto minha calcinha que era azul naquela noite. Fiquei super encabulada e tentei puxar o vestido para esconder minhas pernas daqueles olhos gulosos e novamente a calcinha apareceu por entre minhas pernas tremulas.
—” Merda”— Pensei, puta da vida.
—Você é linda, Carla, e não tem nada do que se envergonhar. — O filho da puta estava me cantando descaradamente dentro da minha própria casa e com meu marido na sala ao lado. Senti um frio na barriga quando percebi que estava molhada. Não conseguia compreender aquele sentimento. Eu devia estar ofendida e cortar a conversa por ali, pelo menos era o que a razão me dizia, mas ao invés disso eu estava excitada, com um puta tesão.
— Olha Adalberto, não estou gostando de como o senhor está se comportando. — Falei tentando imprimir o máximo de seriedade na voz.
— O fato de ser casada não impede que outros homens a desejem e até sonhem com você. Este é um fato ao qual a senhora não tem nenhum controle. — Falou o desgraçado com um risinho cínico no canto da boca e me chamou de senhora novamente o filho da puta.
Eu quase explodi de raiva.
— O senhor está passando dos limites. Vou pedir que pare.
Neste momento, o Claudio voltou à sala e disfarçamos nosso constrangimento.
O Adalberto me dominava e sabia que tinha-me nas mãos. Confesso que ele me dava medo. Eu não via a hora de aquela noite acabar para que me visse livre daquele olhar perturbador, até que meu marido fez uma coisa que me deixou possessa. O Claudio simplesmente o convidou para passar o domingo com a gente no churrasco que fazemos todos os meses pra reunir os amigos em nossa chácara. Foi como se convidasse o lobo para seu estábulo de ovelhas.
— Você ficou louco, Claudio, convidar este homem pro churrasco na chácara? — Falei indignada assim que a porta se fechou quando ele foi embora.
— Por que, Carla? O Adalberto é um amigo que não vejo há anos e…
—Ele me comeu com os olhos a noite toda, será que você não percebeu. — Esbravejei.
— Ora, meu amor, você é muito linda e todos os homens olham assim pra você. Se eu for me indispor com cada um deles eu tô frito. — Disse ele aproximando-se de mim e me abraçando por trás tentando me seduzir, mas eu o repeli com vigor.
—Nem vem que hoje você passou dos limites. É melhor você ir dormir porque hoje cê não toca em mim. Alias, doutor Claudio Lima Tavares, hoje eu nem quero olhar pra sua cara. Tô muito chateada com você. — Falei enérgica no calor da raiva.
— Mas meu amor, eu só convidei ele pro churrasco na chácara… Ele é meu amigo…
— E eu sou sua esposa e não gostei dele. Ele parece um tarado e o churrasco na chácara é só pros amigos, pessoas de quem gostamos. — Falei tudo isto de costas para ele com os braços cruzados sobre o peito e com muita raiva. Ele apenas suspirou e subiu as escadas devagar, sem dizer nada e foi para o quarto.
Fiquei um pouco na sala tentando digerir os acontecimentos da noite. Eu estava super confusa e abalada com os sentimentos que me invadiam. Minha cabeça estava a mil, então, resolvi subir e tomar um banho frio.
Cheguei ao quarto e vi que o Claudio dormia pesado. Olhei para ele e uma lágrima rolou pelo meu rosto. Eu me culpava por estar sentindo desejo pelo amigo dele e me odiei por isto. Odiei mais ainda o Adalberto. Mais uma vez em minha vida a imagem de minha mãe e Tião naquele estábulo me atormentava.
Fui para o banheiro em nosso quarto e, lentamente me despi. Peguei a calcinha azul de seda e a aproximei de meu rosto. Senti o cheiro de minha excitação que ficara impresso nela. Era uma pequena e simples peça que eu nem lembrava mais onde a tinha comprado, mas, naquela hora, sozinha no banheiro, fiquei atenta a seus detalhes. Eu a lavei na pia e a enxuguei com o secador de cabelos e depois a guardei com carinho na gaveta em meu closet.
Entrei no chuveiro e senti a água morna escorrer pelo meu corpo dando-me a sensação reconfortante de que eu precisava. O olhar do Adalberto me devorando não saia de minha mente e as palavras dele ainda ecoavam em meus ouvidos.
— “Que atrevimento me dizer tudo aquilo. Eu sou a esposa do melhor amigo dele… Como ele pode?” — Pensava eu intrigada comigo mesma, pois devo confessar que todo aquele atrevimento me dava calafrios de excitação e me deixava molhada.
Os sentimentos de culpa, raiva e desejo se misturavam dentro de mim deixando-me ainda mais confusa. A lembrança daquele corpo bem definido e, estupidamente lindo fez vir à tona em meu intimo uma enxurrada de sentimentos e pensamentos libidinosos que, há muito tinham ficado para trás. Todo aquele desejo que nasceu quando vi minha mãe e Tião transando naquele estábulo estava de volta. Quando dei por mim estava me tocando freneticamente em baixo daquele chuveiro como uma adolescente tola. Atingi um orgasmo que me deixou de pernas bambas, tanto que tive que me apoiar nas paredes para não cair.
Senti-me imunda e chorei compulsivamente. O Claudio não merecia… Eu não poderia deixar que tudo aquilo continuasse.
Sentei-me no chão do box e fiquei imóvel por algum tempo tentando assimilar toda essa avalanche de sentimentos e sensações que me invadiam.
Não demorou para que o tesão voltasse dessa vez mais forte e avassalador do que antes e uma necessidade enorme de ser penetrada invadiu-me.
Sai do banho e, sem me enxugar, entrei no quarto como uma doida possessa. O Claudio dormia a sono solto só de cueca e abocanhei seu membro com voracidade como se quisesse arrancar dele cada gota de sua energia. Ele acordou e começou a acariciar meus cabelos loiros, primeiro com carinho, mas depois com violência o que, estranhamente me deixou mais excitada ainda. Quando seu pênis já estava completamente duro, me encavalei nele e o cavalguei com voracidade.
— O quê é isto? Que tesão doido é este? — Disse ele em meio a gemidos.
—Cala a boca e me come, vai, mete em mim como se você fosse um animal selvagem possuindo sua fêmea.
O Claudio sorriu e puxou forte meus cabelos.
— Então é uma transa selvagem que você quer não é, pois então é isto o que você terá. — Disse isto e, com habilidade, inverteu nossa posição vindo por cima de mim e me comeu com estocadas vigorosas.
Nunca tínhamos feito daquela maneira e senti quando meu marido ejaculou, mas não parou até que eu terminasse também.
Senti-me aliviada e satisfeita como nunca. O Claudio rolou de cima de mim e me aninhou em seu peito acariciando meus cabelos. Conversamos muito e rimos até que dormiu dando-me carinho.
Eu permaneci recostada em seu ombro e, apesar de aliviada, uma coisa me incomodava. É que na hora de gozar foi o Adalberto que vi e isto me deu medo. Passei o resto da noite em claro.

 


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Um comentário em “A Tara de Carla

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    Descobrimos o Suaveluxuria e com agradável surpresa devoramos quase todos os contos, que são bem escritos e possuem excelentes histórias! Se fossem livros, comprariamos todos eles!

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