Massagem a 4 mãos que ganhei de presente de meu marido

Olá, sou a Carol (nome fictício), tenho 36 anos, 1,65m, 55Kg, olhos verdes, cabelos longos e com luzes, tenho peitos médios e siliconados, com uma pitada de genética, bastante cuidado, uma alimentação mais ou menos regrada e por um pouquinho de malhação, consegui manter um corpo que aparenta ser 10 anos mais jovem que minha real idade, eu sei que provoco a atenção e o desejo dos homens, principalmente quando uso biquínis ou roupas decotadas.o

Sou casada a 12 anos com o Rodrigo (nome fictício), 39 anos, 1,80m, 85Kg, com um corpo bem proporcional, foi meu primeiro namorado, ele executivo de empresa na área de tecnologia, eu, gerente comercial, moramos em uma cidade de médio porte no interior de SP, temos uma filha, uma condição econômica confortável, ou seja tudo que uma mulher gostaria para sua vida. Mas meu marido tem várias fantasias sexuais…

E uma das fantasias de meu marido que no início me deixou bastante preocupada mas que com o passar do tempo, passou a ser a “nossa” fantasia era a do ménage-a-trois, e por mais estranho que possa parecer a sua fantasia era de um ménage masculino, ou seja, ele, eu e mais um homem, mas entre fantasiar e realizar as nossas fantasias, existe uma grande distância, e sinceramente não acreditava que um dia pudéssemos ou teríamos coragem de transformar a fantasia em realidade.

Íamos muito bem com essa maneira de condimentar nosso relacionamento, já havíamos introduzido algumas situações que instigavam essa fantasia, assistíamos constantemente filmes eróticos em que uma mulher transava com dois homens, meu marido sempre me enviava links de contos eróticos de ménage entre esposa, marido e um convidado, e até já tinha ganho de meu marido um consolo em cyberskin (de bom tamanho), que em nossas transas, atuava como nosso amigo imaginário.

Por termos uma filha e para evitarmos questionamentos dela, guardamos nosso amigo imaginário (consolo) em um armário que possui fechadura dentro closet, e as chaves ficavam dentro de uma gaveta do nosso banheiro (informação importante)

Era final de ano e era noite de festa de fim de ano na minha empresa, e nessa festa, bancada pela empresa, apenas os funcionários podiam comparecer, os familiares não tinham acesso.

Por ser uma festa em que as pessoas iam muito bem vestidas, e por eu ser uma das gerentes, comprei um vestido tubinho branco, que disfarçava seu generoso decote do peito com um tecido semi transparente (tule) e para ir na festa, naquela tarde fui a um salão de beleza onde fiz um penteado e uma maquiagem para festa.

Como meu marido havia passado a semana inteira fora em viagem pela sua empresa, nossa saudade um do outro e do sexo era muito grande, e já passavam das 19h daquela sexta feira, quando Rodrigo chegou em casa, retornando de sua viagem, naquela hora eu já estava em casa e me aprontava para a festa de fim de ano, que começaria às 20h30.

Enquanto me aprontava, no closet, anexo ao nosso quarto, Rodrigo que assistia TV no quarto, me manda um link de um conto erótico no meu whatsapp, e diz:

– Amor! Gostei desse texto, depois me fala o que achou!

Aquilo acendeu aquele tesão que estava latente e respondi provocando:

– Humm! Deve ser uma história deliciosa, porque vc não lê ele pra mim quando eu voltar? Quem sabe não podemos fazer?

Sinceramente, achei que ele tinha entendido que poderíamos fantasiar uma situação parecida com aquela que estava escrita no conto, depois quando eu voltasse da festa da empresa.

Terminei de me arrumar, vestia uma calcinha branca, bem pequenina, para não marcar o vestido e não usava sutiã, um salto alto, saio do closet, me posiciono na frente de Rodrigo e pergunto:

– Como estou Amor!

Ele responde:

– Linda, você tá maravilhosa, um tesão! Cuidado pra não deixar nenhum engraçadinho chegar junto.

Eu respondo:

– Mas vc não queria me dividir com outro?

Ele:

– Sim, mas eu tenho que estar junto, e vc sabe que a nossa sociedade não aceita muito bem isso, então é melhor não envolver ninguém do trabalho. E deu uma risadinha como se aquilo tudo fizesse parte da nossa fantasia imaginária.

Eu:

– Então tá Amor, preciso ir pra festa, vou de carona com a Dani, mas vc pode me buscar depois, pra que eu não precise ficar dependente dela na hora de voltar?

– Sim, claro Amor. Aproveita bastante a festa e quando quiser voltar me liga, mas não precisa ter pressa, quero que vc dance bastante, curta bastante e volte bem feliz.

– Ah vc não existe, te Amo. Ah! Amor leva nossa filha pra casa da minha mãe que hoje o fim da noite vai ser só nossa. Quero ter bastante liberdade pra vc ler em voz alta o conto erótico pra mim quando voltar.

E fui pra festa. Estava ótima, dancei muito, me diverti muito com minhas amigas, experimentei alguns olhares de flerte com alguns funcionários de outras filiais da regional que eu não conhecia. Funcionou, alguns deles chegaram discretamente em mim, mas lhes mostrava minha aliança e dizia que era casada e que talvez eles tivessem entendido errado meus sorrisos, que expressavam apenas simpatia, nada mais.

Confesso que exagerei um pouquinho no champagne e lá pelas 02h da manhã já estava um pouco altinha e animada, e toda aquela situação criada por mim e meu marido e aqueles flertes na festa, me deixaram com tesão, estava precisando de sexo, então já era hora de ir embora e dar bem gostoso pro meu marido, e pro nosso amigo (consolo).

Mandei uma mensagem pro Rodrigo pedindo pra ele me buscar, ele responde OK, e cerca de 15 minutos depois me liga, dizendo que já estava na frente do salão.

Entrei no carro e depois de um longo e gostoso beijo, eu que já estava beeem descontraída e soltinha (efeitos do álcool), fui segurando seu pau e desvencilhando sua ferramenta de seu shorts. Seu pau, delicioso foi crescendo em minha mão e iniciei uma chupeta bem gulosa e gostosa, lambendo toda sua extensão e enfiando aquele membro que tanto amo bem fundo em minha garganta, enquanto ele levantou meu vestido e me retribuía o carinho, puxando minha calcinha para o lado, e ora massageava meu clitóris, ora introduzia seus dedos em minha buceta que já estava encharcada.

Percebi que ambos estávamos prestes a gozar, quando chegamos em casa. Eu quis fazer sexo ali mesmo, dentro do carro, no estacionamento, mas ele conseguiu evitar, dizendo:

– Mas vc não quer que eu leia o conto pra vc antes?

– Sim quero sim, quero muito, tô louca pra ouvir essa história!

– Então sobe pro quarto que eu leio pra vc!

– Seu amigo (consolo) vai participar?

– Vc quer que ele participe?

– Nossa eu iria adorar sentir vc e seu amigo hoje! Minha buceta tá muito necessitada de pica, e se vc deixar seu amigo me comer junto com vc, vou gozar muito!

– Então sobe pro quarto, que vou ligar pro nosso amigo, quem sabe ele aparece pra nosso after party!

Dei aquela pegada gostosa em seu pau, e subi as escadas pro quarto rebolando bem gostoso, pro meu marido ver.

Ao entrar no quarto, ele estava iluminado apenas por luzes de velas, e tocava uma música bem relaxante em nossa caixa de som, no banheiro anexo ao quarto, sobre a bancada da pia tinha uma garrafa aberta de um vinho branco, uma taça, roupão branco, um minúsculo biquíni branco (que mal cobria minha bucetinha e peitos), todo feito em tecido transparente (tule) e uma venda de olhos, e junto disso tudo um bilhete dizendo:

– Amor, aproveite seu banho, e depois vista esse biquíni e coloque a venda, e me chame pra te buscar, que quero vc se imaginando no conto erótico de hoje.

Intrigada peguei a chave do armário na gaveta do banheiro, fui ao closet, abri o armário, e pra minha surpresa, o consolo estava lá, guardado.

Deixei o consolo como estava, fechei o armário com a chave, fechei a porta do closet, e guardei a chave de volta na gaveta do banheiro.

E assim o fiz, tomei um banho, e vesti aquele biquíni minúsculo, me sentia mais nua do que vestida, coloquei a venda, vesti o roupão e chamei meu marido.

Ele me tirou do banheiro, me conduziu pelo quarto que tinha um fundo musical bem relaxante, tirou meu roupão e me deitou na cama, só de biquíni, com os olhos vendados e assim que me ajeitei, ele me deu minha taça com vinho e me indicou que a cabeceira estava próxima e disponível para eu descansar a taça quando quisesse.

Em seguida começou a ler o conto erótico que falava de um casal que em uma viagem a um resort do caribe, após indicação de vizinhos de quarto de hotel, contrataram um massagista local para fazer uma massagem relaxante na esposa, durante aquela massagem, o massagista, para melhor acesso à pele da esposa, desatou os laços do biquíni, deixando-a nua, ao passo que com estímulos em zonas erógenas, ela começou a ficar excitada, e entre uma escapada de mão aqui e outra alí, o massagista a fez ter um orgasmo.

Percebendo o prazer da esposa, o marido, junto com o massagista, passou a fazer uma massagem a quatro mãos em sua esposa, que foi se soltando e acabou transando com o massagista e com o seu marido, sendo penetrada pelos dois de todas as formas possíveis, inclusive em uma dupla penetração, que foi o grand finale da trama.

Enquanto meu marido ia contando essa história pra mim, ele alisava minha pele, passando suas mãos suaves pelos meus peitos, pela minha barriga e ventre, minhas pernas e virilha, o que me dava muito tesão e institivamente minhas pernas iam se abrindo.

Assim que acabou de contar o conto erótico, ele me disse que havia contratado um massagista, que estava na sala e perguntou se eu queria receber uma massagem relaxante, porém “profissional”, do massagista, amigo dele.

Lógico que eu achando que “aquele” massagista na realidade seria meu marido e o pau do massagista seria o nosso consolo, aceitei na hora e com muita manha e com um voz bem sensual disse:

– Ai Amor, você acertou, em cheio, dancei tanto essa noite que o que eu mais queria era receber uma massagem beeem relaxante por um “profissional”. Chama ele pra fazer a massagem em mim aqui no quarto, chama!

– Ok, vou chamar, então fica aqui na cama e não tira a venda!

Nisso ouvi meu marido se afastar e abrir uma porta e ouvi passos descendo a escada, levantei rapidamente a venda e vi a porta do banheiro e do closet fechadas e a do quarto aberta. Lógico que achei que era meu marido encenando que estava indo chamar um massagista “virtual”.

Logo ouço passos subindo a escada, encaixo a venda no lugar novamente, escuto passos no quarto e a porta sendo fechada, o som é aumentado e em seguida Rodrigo, bem próximo ao meu ouvido diz:

– Amor, não tira a venda sem eu deixar, aqui no quarto está o Mauro, seu massagista nesta noite, que por pedido meu não vai falar nada com vc, apenas fazer a massagem.

Eu, muito excitada, apenas confirmo, balançando minha cabeça:

Em seguida Sergi me pede para virar de barriga para baixo pois a massagem iria começar pelas minhas costas.

O que se segue foi algo extraordinário, uma mão máscula, forte, grande e macia, com bastante óleo de massagem passou a me massagear em toda as minhas costas, de uma forma vigorosa, mas extremamente gentil e relaxante.

Em poucos minutos, os dois lacinhos da parte de cima de meu biquíni (costas e nuca) são desamarrados e minhas costas ficam nua, aquela massagem prossegue, agora chegando até as laterais do meu peito, me dando uma sensação muito gostosa.

Achando que era meu marido me massageando, e também sob o efeito do álcool, comecei a gemer bem gostoso a cada movimento da massagem, e institivamente ia abrindo aos poucos minhas pernas.

– hum, que gostoso, hum que massagem gostosa e relaxante, Ai amor o Mauro é muito bom, ele tema as mãos grandes e muito firmes, eu por vezes dizia, entre um gemido e outro.

E realmente a massagem estava muito boa, muito relaxante mesmo, até passei a pensar que meu marido tivesse visto algum tutorial de massagem pela internet, pois era muito boa mesmo.

Pouco depois a massagem passou para minhas pernas, começando pelos meus pés, depois pelas panturrilhas e depois nas minhas coxas.

De repente a massagem para e logo em seguida ouço meu marido dizer:

-Amor, o Mauro tá me dizendo que para trabalhar melhor seus glúteos (bumbum), o ideal seria tirar seu biquíni, pode?

Eu respondo com um “pode” e um sinal de positivo com a cabeça.

Sinto aquelas duas mãos buscando meu biquíni e puxando-o para baixo, eu ajudo, levantando meu quadril e lentamente a pecinha vai sendo puxada para fora do meu corpo e logo estou totalmente nua.

A massagem recomeça em com muuuiiitaa atenção em meu bumbum, e região interna das coxas, aquela mão aos poucos foi se atrevendo mais e mais, e para dar espaço para os trabalhos manuais, minhas pernas iam se abrindo mais e mais.

Meus gemidos de prazer aumentavam, junto com minha lubrificação natural, minha buceta estava louca para ser penetrada, por um, por dois, por quantos paus tivessem disponíveis ali no quarto.

Não demorou e dedos umidificados passaram a “massagear” meu cuzinho e minha bucetinha.

Os meus gemidos até então de prazer, passaram a ser urros de prazer, Era muito prazer, muito tesão, os dedos não apenas massageavam meu cuzinho e minha bucetinha, eles penetravam meus dois buracos, uma sensação maravilhosa, e pouco antes do meu gozo, Rodrigo diz:

– Tá gostosa a massagem, Amor?

Juro que pela direção de onde veio a voz de meu marido não seria possível que ele pudesse alcançar com suas mãos minha bucetinha e meu cuzinho.

Nessa hora comecei a desconfiar que talvez aquele “massagista” pudesse ser realmente outra pessoa. Mas desinibida pelo álcool e estimulada pelo imenso tesão e orgasmo que se aproximava, deixei-me levar pela sensação e tive um orgasmo muito intenso.

Mal tinha acabado de gozar e Rodrigo disse que Mauro tinha acabado a massagem na parte posterior e era pra eu virar de barriga para cima.

Eu fiz como pedido, solicitei mais um pouco de vinho, que já tinha acabado, e minha taça de vinho ainda não tinha sido completada, quando a massagem recomeçou, agora na minha barriga e ventre.

Nessa hora eu que suspeitava haver outra pessoa no quarto, passei a ter certeza de que outro homem me massageava.

Por um instante, fui invadida por uma sensação de que aquilo que estávamos fazendo era errado, imoral, uma traição ao meu casamento, pensei em tirar minha venda e acabar com tudo.

Mas estava tão gostoso, o prazer era tão grande, e afinal de contas, se meu marido estava ali, e ele tinha providenciado tudo aquilo, não havia traição, era uma aventura sexual que estávamos vivendo juntos, e decidi me entregar de corpo e alma àquela fantasia.

A massagem prosseguia em meus peitos nus, meu pescoço, e foi descendo novamente até minha virilha, clítoris e bucetinha, que novamente passaram a ser estimulados e consequentemente meus gemidos voltaram a aumentar e minhas pernas a se abrirem.

– Ai Amor, que tesão essa massagem do Mauro, ele tem mãos mágicas, e dedos grandes.

Meu marido bem no meu ouvido dizia:

– Tá gostando Amor? Tá com tesão? Tá gostosa a massagem do Mauro? Vc tá gemendo tão gostoso!

A essa hora já era claro que meu marido não fazia questão de esconder que havia outro homem no nosso quarto pois passou a acariciar meu rosto, pescoço e peitos, enquanto Mauro estimulava minha bucetinha, meu clitóris e por vezes invadia meu cuzinho com seus dedos.

– Sim Amor, hummm! tô amando ahhh! a massagem, tô com muito tesão, minha, ahhhiiii! bucetinha e cuzinho estão prontinhos para serem, aiii arrombados.

Nisso levanto um pouco meu tronco e passo a procurar com minhas mãos o corpo da pessoa que massageava meus peitos e ao tatear peitos, ombros, rosto, e pênis, não tenho dúvidas era meu marido Rodrigo.

Com minhas mãos puxo seu corpo para poder chupar aquele pau em riste que tanto amo.

Enquanto chupo meu marido, passo a procurar com a outra mão o corpo do massagista que naquele momento introduzia dois dedos em minha bucetinha. Tateando seu corpo, percebo que ele está sem camisa e veste apenas uma calça de algodão, mas sem cueca, pois dava para sentir muito bem seu pau duro sob a calça.

Com aquela mão puxei sua calça para baixo e ele ajudou a tirar o resto da calça. Em seguida segurei novamente seu pau, e como de meu marido era de ótimo tamanho, muito grosso, minha mão mal conseguia segurar metade daquele cacete, tampouco não conseguia fechar a mão em volta da circunferência daquele pau novo, grande e gostoso.

Já dominando a situação, voltei a me deitar de barriga pra cima, mas nessa hora puxei meu marido pra cima da cama e continuei a fazer uma chupeta muito molhada e gostosa nele.

Ao mesmo tempo, abri minhas pernas ao máximo e com a mão que estava no pau do meu massagista o guiei para minha bucetinha que estava totalmente ensopada.

Nessa hora só se ouviam gemidos, no quarto, eu estava chupando com muito amor e muito tesão o pau de meu homem, enquanto tinha minha buceta invadida e arrombada por aquele homem desconhecido. O tesão era tanto que eu tentava engolir todo o cacete de Rodrigo, enquanto com minha mão livre puxava meu massagista com força para dentro de minha buceta.

Não demorou muito, e logo, nós três gozamos em urros e gemidos de prazer, e senti minha bucetinha e boca serem invadidas pela porra de meus amantes, e fiz questão de engolir toda a porra de meu Rodrigo, que naquela noite estava mais espessa e volumosa.

Mal o orgasmo terminou e meus amantes saíram de dentro de mim, eu rapidamente adormeci, ainda com a venda sobre os meus olhos.

Não sei quanto tempo se passou, mas senti que estava sendo novamente estimulada em minha bucetinha e peitos e nessa hora percebi que estava deitada entre dois corpos masculinos, que me acariciavam e estimulavam um em meu clitóris, outro em meus seios.

Ao voltar a gemer de prazer deixei transparecer que estava acordada e disponível para o sexo novamente.

– Ahhh! Ai Amor, que delicia!

– Humm! O Mauro ainda tá aqui?

– Sim, ele respondeu, está massageando seus peitos

– Ai que delicia, achei que fosse um sonho, quero os dois dentro de mim.

E com as minhas mãos procurei seus membros, que ao serem achados passei a punhetá-los e rapidamente ficaram duros como pedra, prontos para me arrombarem.

Ai eu disse:

– Vem amor, Vem cá comer a bucetinha da sua esposinha!

Me posicionei de quatro e Rodrigo me penetrou em um único e lento movimento até enterrar todo seu pau em minha buceta, até eu sentir seu pau empurrando o colo de meu útero. Normalmente ser penetrada tão fundo assim, me causaria um certo incômodo, mas naquele dia não, só conseguia sentir prazer.

Em seguida chamei meu massagista para me dar seu pau para que pudesse chupar.

– Vem cá Mauro, me dá seu pauzão pra eu sentir o gosto dele.

Ele se posicionou na minha frente e eu mal conseguia engolir aquela tora toda, que realmente era bem grossa.

Permanecemos nessa posição, e sem combinar nada, Mauro foi deitando na cama, eu fui subindo sobre ele e encaixando seu pau em minha buceta, e logo que encaixei seu pau em minha buceta pedi para meu marido comer meu cuzinho enquanto dava minha buceta para Mauro.

– Vem amor! Come meu cuzinho, enquanto dou minha bucetinha pro massagista!

Senti que meu marido passou um gel em meu cuzinho, se posicionou por trás de mim e começou a pressionar a cabeça de seu cacete no meu cuzinho.

Bem devagar e com muito carinho por parte de Rodrigo, consegui abrigar os dois cacetes, que naquela hora pareciam cacetões. Senti um pouco de dor sim, mas o prazer foi tomando lugar e logo se tornou muito maior e logo me acostumei com aquele volume duplo em minha buceta e cuzinho.

O movimento começou a aumentar em força e intensidade, logo sentia aquelas picas sendo estocadas com força em meus dois buraquinhos. O prazer e gemidos foram dominando o quarto.

Não resisti e perdi a noção, comecei a gritar:

– Aiiiii! Que tesão

– Vai me fode, tesão!

– Arromba meu cú, arromba minha buceta, quero ser toda arrombada!

– Vai com força, fode com força, sem dó enfia tudo no meu cú e na minha buceta!

– Isso fode gostoso meu cuzinho!

– Fode gostoso minha buceta!

– Aiiiii! to adorando sentir dois paus em mim!

– Aiiiii! que pau grande vcs tem!

– Vem, me fode com força, mete lá no fundo! Vou Gozzzzaaaarr! Ahhhh!

– Os gemidos intensificaram, e ao mesmo tempo em que gozei, meus dois machos me encheram de porra, um no cuzinho e outro na bucetinha.

Caímos exaustos na cama… e ficamos ofegantes e imóveis. Eu novamente caí no sono e nem percebi que Mauro e Rodrigo haviam se levantado e me deixado só no quarto.

Já no sábado, acordei por volta do meio dia, com meu marido me chamando, anunciando que havia trazido café da manhã na cama pra mim.

Perguntei se podia tirar a venda e ele disse que sim. Sentia meu cuzinho e minha buceta um pouco esfolados, quando falei para meu marido:

– Amor, adorei a surpresa dessa noite!

– Gostou é? Perguntou ele

– Sim adorei, a massagem foi maravilhosa, e o que aconteceu depois, foi espetacular!

– Também adorei, e meu colega aqui também gostou muito (e me mostrou o consolo ao lado da cama)

– Nossa, mas seu amigo ontem parecia que tinha ganho vida própria, e aumentado de tamanho! Uiii eu me abanava!

– Acho que foi o álcool! Respondeu ele.

– Ah! Tá!, me fiz de boba, e emendei.

– Engraçado, que apesar de ter bebido um pouco, antes de tomar banho ontem, eu vi que o “nosso amigo” (consolo) estava guardado, e me lembro muito bem que pelo barulho (mentira eu tinha visto), vc abriu apenas uma porta a do quarto, não a do banheiro e muito menos do closet, e depois que tudo rolou, mas não ouvi nenhuma outra porta sendo aberta ou fechada.

Ele me olhou com um olhar de quem havia sido pego no pulo, seu olhar não conseguia esconder o que realmente tinha acontecido.

Eu abro um grande sorriso, quebrando o gelo e ambos caímos na gargalhada.

Eu digo pra ele:

– Eu não gostei, eu adorei e gozei demais!

– Eu percebi! respondeu ele. Também gostei e gozei muito com a nossa fantasia de ontem!

– Talvez quando tiver outra festa pra ir e ficar bêbada de novo, não vou achar nada ruim de ser vendada e não perceber que você buscou o massagista na sala e não no closet.

Caímos na gargalhada.

E Completei:

– Lógico que nossa filha não poderá estar em casa. Ou então tem que acontecer em um outro lugar, onde o barulho não incomode ninguém!

– Tipo um Motel de luxo ou em uma viagem de uma segunda lua de mel? Perguntou ele

– Agora, tô começando a gostar da idéia! Eu finalizei

Nos beijamos e acabamos fazendo amor com muito carinho.

 

 


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