Fantasia de Humberto – Parte 3

Parte Final do Conto Erótico da Fantasia de Humberto

Depois de toda aquela conversa excitante que tive com minha esposa antes de chamar o Sergio para nosso quarto só pensava uma coisa, ser firme em minha decisão e não voltar a trás, devo confessar que os cinco minutos que Sergio demorou para chegar em nosso quarto foram os mais longos da minha vida, eu estava trêmulo, inquieto, meu coração estava disparado e por essa razão perdi todo o tesão que estava sentindo, sabia que Sergio iria transar com minha mulher só não sabia qual seria minha reação e isso é o me dava mais medo, poderia gostar, ou não isso era inédito em minha vida eu podia cancelar tudo aquilo e inventar alguma desculpa quando ele chegasse, até mesmo não deixa-lo entrar em nosso quarto, mas me sentia impulsionado pelo desejo, durantes aqueles infindáveis minutos tive uma verdadeira guerra com minha consciência a minha parte de mim dizia: “O que você esta fazendo?… ainda ha tempo de desistir..” por outro lado existia algo libidinoso dentro de mim que dizia: “Deixa pra ver até onde vai, você tem o controle da situação e pode parar ou desistir quando e a hora que quiser e se acontecer vai ser bom, pois é o que você quer que aconteça desde há dois dias atrás…” pensava também: “Bom eu provoquei isso, eu deixei que isso acontecesse, eu colaborei para que essa situação tomasse esse rumo…” e acho que para meu conforto natural diante de uma situação que eu mesmo provoquei eu dizia pra mim mesmo: “Ah!… nós podemos apenas tomar uma cervejinha e pronto eu tenho o controle, se eu não quiser nada vai acontecer….” isso me dava um certo alívio, mas não tirava minha tensão e nervosismo, eu estava sozinho com os meus pensamentos, pois Bruna ainda estava no banho se preparando para o homem que iria fudê-la, diante daquela confusão toda em minha mente eu parecia um animal selvagem dentro de uma jaula andando de um lado pro outro inquieto e com um certo desconforto. De repente ouvi uma batida na porta, meu coração que já estava mais acelerado que o normal naquele momento acelerou mais ainda parecia que ia sair pela minha boca, quanto abri a porta lá estava Sergio vestido de um pijama de malha sendo um calção e camiseta e dava pra ver que ele não usava cueca, pois era possível notar que seu pau balançava conforme andava. Sergio entrou e não avistando Bruna perguntou imediatamente se eu estava sozinho, respondi que minha esposa estava no banho, ele se dirigiu até o sofá e eu fui pegar uma cerveja no frigobar para nós e quando eu estava lhe entregando a cerveja ele disse: “Olha Humberto confesso a você que este foi o convite mais inusitado que recebi até hoje é a primeira vês que um casal me convida pra tomar uma cerveja em seu quarto de hotel…” eu disse a ele sorrindo; “Sempre tem uma primeira vez, não é?” ele respondeu sorrindo dizendo: “Claro, tudo em nossa vida tem uma primeira vês”.

Depois de alguns minutos Bruna saiu do banheiro, ela vestia apenas um baby-doll bem curtinho e transparente com uma calcinha bem minúscula, quando Sergio olhou em direção a ela ficou paralisado, porém a acompanhou com os olhos até ela chegar atrás da poltrona onde eu estava sentado de frente pra ele, mesmo eu fiquei surpreso com Bruna, pois não imaginava que ela sairia vestida daquele jeito do banheiro, nós não havíamos combinado nada com a atitude de minha esposa se Sergio não tivesse certeza ou não sabia de nossas intenções até aquele momento ele passou a ter, meio que aturdido não conteve as palavras e disse: “Nossa que visão maravilhosa”… eu fiquei quieto por uns segundos, minha esposa estava ali atrás de mim vestida de roupas íntimas na frente de outro homem que eu já havia cujo cara eu já havia fantasiado ela tendo relações sexuais por varias vezes, nessas alturas todos aqueles pensamentos meus caíram por terra, nada do que eu supostamente pudesse fazer seria possível, não havia retorno a situação tinha ido longe de mais para não continuar, assim sendo eu tomei coragem e disse: “Olha Sergio como você já deve ter percebido na verdade nós não te chamamos aqui pra tomar uma cerveja, a gente te chamou aqui para fazer sexo com a gente (que na realidade era só com Bruna…), isto é, se você concordar..”. Imediatamente ele respondeu dizendo: ” Como eu não estaria de acordo, como eu não estaria afim de transar com uma mulher linda e gostosa como Bruna…”, quando disse isso o pau dele já estava muito duro e por ele estar vestindo aquele calção de malha formou-se então aquela enorme barraca e enquanto ele alisava seu pau ainda por cima do calção ele disse também: ” Agora devo confessar uma coisa a vocês …” quase que ao mesmo tempo eu e minha esposa perguntamos: “O quê…?” ele continuou: “Eu já me masturbei umas três vezes pensando em Bruna…” minha esposa disse a ele: “Nossa! Sergio verdade isso…” sem esperar quer ele respondesse eu peguei na mão de minha Bruna e a puxei em direção a ele que ainda estava sentado e falei: ” Hoje você não vai precisar se masturbar, pode transar com ela…” ele falou com ar de muita alegria: ” Isso será uma honra para mim…”enquanto eu estava dizendo e Bruna indo em sua direção, ele se levantou a pegou palas mãos e a puxou de encontro ao seu corpo e depois de acariciá-la um pouco começou a beija-la na boca, a princípio Bruna estava um pouco tensa e não correspondia claramente ao beijo de nosso amigo, mas aos poucos ela foi se soltando e depois de ter o seu corpo todo explorado pelas mão daquele homem ela começou a beijá-lo mais freneticamente e logo pegou no cacete de Sergio ainda por cima do calção fazendo aquele movimento de vai e vem, eu já estava me masturbando é claro o meu tesão era muito grande, Sergio a virou de costas pra ele a fim de encostar seu pau em sua bunda, ele beijava e lambia o pescoço dela enquanto com as mãos pegava e apertava os dois seios, tudo isso estava acontecendo a menos de 2 metros de mim, Bruna vendo que eu estava me masturbando começou a rebolar no pau de Sergio e olhar pra mim com uma cara bem safada, nosso amigo levantou seu baby-doll enfiou a mão por dentro da calcinha e começou a explorar a bucetinha dela com o dedo, Bruna fechou os olhos levantou a cabeça para cima e começou a gemer.

Caro amigo leitor, imagina a visão que eu estava tendo naquele momento, minha esposa rebolando e se retorcendo como uma cobra no pau de outro homem que com as mãos explorava e alisava todo seu corpo é humanamente difícil descrever com palavras o meu sentimento. Notei que Bruna não estava aguentando mais de tesão quando ela fechou suas pernas e tirou a mão de Sergio de sua xaninha, ele se afastou um pouquinho tirou a camisa e jogou no sofá, Bruna aproximou-se dele e começou a beijá-lo na boca, acho que naquele momento ela havia se soltado completamente ela estava se sentindo a vontade para satisfazer todo o seu desejo, depois paparam de se beijar ela abaixou-se ficou de joelhos e desceu o calção de Sergio até os pés e finalmente pode contemplar aquele cacetão enorme que saltou duro como uma rocha para fora e ficou posicionando bem em frente ao seu rosto, Bruna deu um sorriso e abriu a boca, tipo que admirando as proporções do dote do homem que iria transar com ela, imediatamente ela olhou para mim com aquela cara de espanto sorridente, mas não disse nada nosso amigo fez um movimento com uma das pernas e tirou completamente o calção, Bruna pegou naquele pau enorme e olhou para mim novamente sorrindo bem safada, eu disse: ” É todo seu esta noite, aproveite bem…” ela olhando fixamente e masturbando lentamente o pau dele disse: “Hummm, com certeza vou aproveitar…” e começou a passar a língua de baixo para cima em toda a extensão daquele cacete enorme, fez isso por algumas vezes depois ela masturbou um pouquinho e colocou só a cabeça em sua boca, quando isso aconteceu nosso amigo fechou os olhos e deu um suspiro de prazer, ela percebendo toda aquela excitação por parte de Sergio tirava da boca, dava lambidas e voltava a chupar apenas a cabeça do pau dele, uma dessas vezes que ela o colocou na boca Sergio agarrou a cabeça dela e forçou para ela engolir um pouquinho mais e assim ela fez, passou a enfiar o máximo que podia na boca e chupava gulosamente, Sergio gemia ofegante e dizia a todo momento: “Nossa! que delícia, que delicia, isso chupa, engole, engole tudo…” se bem que ela tentava, mas o máximo que conseguia era chegar próximo a metade do pau dele. Eu já estava extasiados com aquela visão, o tesão era tanto que já nem pegava mais no meu pau, pois ele pulsava, latejava e aquele líquido transparente que sai antes do gozo saia abundantemente e o mesmo já acontecia com Sergio, quando Bruna tirava o pau dele da boca formava aquele fio de do líquido viscoso transparente que ligava os lábios dela e o pau dele, com a língua ela o aparava engolia e colocava os lábios bem no orifício da cabeça do pinto dele e chupava a fim de tirar o restante que estava saindo, ela sabia fazer isso muito bem, pois sempre fez em mim. Nosso amigo olhou para mim e disse: “Caramba Humberto ela é de mais como ela chupa gostoso…” eu respondi dizendo: “Eu sei, fazem 15 anos que eu aproveito desta boquinha gostosa…” ele murmurava: “Hummmm que de mais…” Bruna sorrindo olhava para ele enquanto lambia ao redor daquela cabeçona e o colocava na boca e assim continuou fazendo, as vezes ela forçava para enfiar o máximo que podia o pau em sua boca a ponto de escorrer aquela baba quando tirava o pau da boca. Desta vês foi ele que não aguentou mais ,e a levantou pelos braços e dizendo: “Nossa! é bom você parar que já não estou aguentando mais…” assim que ela ficou em pé os dois começaram a se beijar novamente, ela não largava do pau dele, assim eu disse aos dois: “Acho que é melhor vocês irem para cama…” e assim fizeram, Bruna tirou o baby-doll deitou somente de calcinha, Sergio já completamente nu deitou-se sobre ela, eu me aproximei mais da cama para ter uma visão mais apurada do iria acontecer, eles se beijaram um pouquinho nosso amigo esfregando seu cacete na bucetinha dela ainda sobre a calcinha, Bruna com as pernas abertas se retorcia embaixo dele, Sergio então começou a descer lambendo o pescoço dela indo até os seios, minha esposa sente muito tesão quando eu chupo os seios dela e se ele fizesse isso certinho sem machucar com certeza ela iria se derreter para ele e foi exatamente que ele fez, Sergio mostrou que era um perfeito amante, muito que delicadamente ele passava a língua em todo o redor dos seios e depois chupava os mamilos, Bruna com os olhos fechados gemia intensamente e com uma das mãos alisava o cabelo de nosso amigo, depois de um tempinho ele foi descendo com a boca pela barriga dela, parou no umbigo onde enfiou um pouquinho a língua e depois foi rumo a xaninha, como ela ainda estava de calcinha ele apenas mordia e passava a língua e assim fez um pouco acho que pra provocá-la, mas logo tirou a calcinha abriu bem as pernas dela e começou a lamber e chupar sua bucetinha. Bruna estava gemendo feito doida, ela fechou os olhos esticou a cabeça para trás, abriu os braços e agarrou o lençol da cama com as mãos, confesso que eu nunca vi minha mulher com tanto tesão daquele jeito era incrível ver como ela gemia tanto, as vezes ela largava o lençol e segurava a cabeça de Sergio a fim de impedi-lo de continuar chupando para ela não gozar e ele sabia que não era interessante ela gozar naquele momento, sendo assim ele ficava apenas beijando e passando a língua lentamente em sua bucetinha, mas logo voltava a chupa-la freneticamente novamente e depois de mais um tempinho ela agarrou na cabeça de nosso amigo e disse: ” Eu não aguento mais…vem….vem aqui..” ela queria finalmente sentir Sergio dentro dela, queria sentir aquele cacete enorme penetrar sua bucetinha, depois de 15 anos de casamento ela iria sentir outro homem invadir sua intimidade, Sergio então subiu lentamente sobre ela e ambos se beijaram mais um pouco e a diferença deste beijo é que parecia um beijo apaixonado tal era o desejo dos dois, acho que pelo fato de Sergio estar esfregando seu pau diretamente na bucetinha dela proporcionou aquela volúpia toda, em seguida ele levantou o corpo, pegou aquele mastro enorme e começou a passar a cabeça na entrada da xaninha, mas não penetrava ele deslizava o pau por toda extensão dos pequenos lábios indo até o grelinho fazendo isso repetidamente sem penetrá-la, Bruna gemia feito louca com as pernas bem abertas ela levantava o corpo a fim de fazer com que o contato de sua xaninha com o pau dele fosse maior e com o objetivo de facilitar a penetração, se fosse eu no lugar de Sergio já havia penetrado logo no inicio eu acho que ele queria impressionar mostrar que era um amante perfeito e judiar o máximo de minha esposa antes de começar a fude-la, eu estava sentado na cama bem ao lado dos dois, não queria perder nenhum detalhe daquela transa.

Bruna sempre foi bem apertadinha e todas as vezes que transamos eu tenho que ser cuidadoso na hora de penetra-la pela primeira vez então não pude deixar de alertá-lo quanto a isso, e finalmente ele começou introduzir a cabeça do pau na bucetinha dela e quando isso aconteceu, Bruna esticou sua mão em minha direção agarrou em meu braço também disse ao nosso amigo: “De vagar… você é muito pintudo…” Sergio olhou para mim e depois olhou para ela e disse: “Você não vai sentir nenhuma dor, eu prometo…” e foi introduzindo lentamente e pausadamente fazendo com que ela acostumasse com a espessura e o tamanho de seu pau aos pouco, mesmo assim com a vós em meio aos gemidos Bruna dizia: “De vagar…de vagar…” ele pacientemente ia introduzindo aquela tora dentro de minha esposa, quando já havia penetrado a metade daquele pinto enorme ele se deitou sobre ela e começou a beijá-la, desta vês ela não o beijava como antes devido a tensão e o medo dele machuca-la,percebendo isso ele disse: “Relaxa Bruna vou colocando bem de vagar, fica tranquila…” sentindo-se seguras com aquela palavras ela largou o meu braço e o abraçou, neste momento eu achei que estava sobrando naquela cama e me sentei na poltrona com o pau completamente duro e fiquei observando os dois.

Sergio ainda metia nela bem lentamente, acho que ainda não havia feito toda a penetração e ela rebolava bem pouquinho provavelmente com medo de que restante aquele cacete a penetrasse de uma só vez e assim ficaram por um bom tempo, depois de se beijaram ela dizia: “Cuidado,…não coloca tudo de uma vez…” mas aos poucos o movimento de Sergio começou a aumentar e Bruna começou a se soltar mais e aí deu pra notar que finalmente ele havia conseguido penetrar toda aquela tora dentro dela. Depois disto foi um show de metida, minha esposa se retorcia e gemia embaixo daquele homenzarrão, Sergio volta e meia tirava o pau pra fora batia com ele na testa da xaninha de Bruna e voltava a penetrá-la e ficaram transando nesta mesma posição por um bom tempo, eu estava com tanto tesão, mas com tanto tesão em ver aquela cena que mal podia colocar a mão em meu pau, as vezes Sergio levantava as pernas dela e socava seu cacete com mais intensidade fazendo Bruna gritar de tesão e quando ele fazia isso ela gemendo implorava a ele dizendo: “Vai Sergio….me fode…. me fode Sergio … aaiiiii que pintão gostoso… me fode assim….”, mas as vezes ele se deitava sobre ela e os dois ficavam se beijando como dois amantes aí ele metia lentamente, volta e meia também ele tirava o pau pra fora o colocava em cima da bucetinha respirava fundo e ficava por alguns instante daquele jeito, eu sabia que aquele truque era usado para não gozar e uma dessas vezes quando ele ia penetrá-la novamente ela disse: “Pera aí, deixa eu cavalgar em você agora…” Sergio deitou-se de costas ela subiu sobre ele, levantou bem o corpo pra dar altura, pegou aquele cacetão esfregou na porta da xaninha e foi sentando e aos poucos e fez toda aquela tora desaparecer dentro dela, quando ela começou a cavalgar Sergio olhou pra mim e perguntou: “Você não vai participar…” pensei até que eles estivessem esquecido da minha presença ali no ambiente tanto era o envolvimento dos dois, mas eu respondi que não, que queria ficar apenas observando, quanto terminei de falar Bruna olhou para mim com cara de safada e perguntou: “Você ta gostando amor, era assim que você queria…?” eu respondi: ” Exatamente deste jeito que eu fantasiava…” ela disse: “Então curta sua fantasia amor…” e voltou a cavalgar sobre Sergio que agarrava os dois seios dela que por sua vez inclinava o corpo para que ele pudesse chupá-los… eu via o pau de nosso amigo duro como ferro quando minha esposa subia e descia sobre ele, ela rebolava como uma verdadeira putinha e Sergio as vezes a segurava com intuito dela parar os movimentos e não fazê-lo gozar, talvez nesta posição ele não fosse tão resistente como em outras e quando ele a segurava, todo aquele cacete desapareci dentro dela e os dois ficavam quietinhos se beijando calorosamente e depois de um bom tempo intercalando cavalgadas e beijos Sergio disse a ela: “Nossa! Bruna como sua bucetinha é gostoso, como é apertadinha…” ela sorrindo com cara bem safada disse: “Você gostou é… você gostou da minha bucetinha…. então mete nela, mete esse pintão nela.. me faz gozar nele,…vai Sergio, ….. mete forte,… enche minha bucetinha com sua porra,…vai…” Dizendo isso ela começou a acelerar os movimentos da cavalgada e nosso amigo já não podia controlá-la, ele simplesmente agarrou em sua cintura e aumentou o movimento também, neste momento eu fui para trás dos dois, sabia o que ia acontecer e não queria perder nenhum detalhe então ouvi o grito de gozo de minha esposa que veio logo acompanhado com um gemido forte de Sergio que também gozava e conforme Bruna fazia o movimento de sobe e desce, a porra que Sergio esguichava dentro dela ia saindo ao redor de seu cacete o que me deixou impressionado tal era a quantidade que escorria, e a porra de Sergio continuou escorrendo eu queria gozar também naquela hora, mas tinha outro plano. O movimento dos dois foram diminuindo, diminuindo até parar, mas ela ainda ficou sentada com o pau dele dentro da bucetinha, depois que recobraram o fôlego os dois começaram a sorrir e se beijar, Sergio então me disse: “Caramba Humberto sua mulher é muito gostosa..” eu sorrindo disse: “Eu sei disso, por isso casei me com ela…”. Quando Bruna finalmente começou a se levantar tirando lentamente o pau de Sergio de sua xaninha uma grande quantidade de porra escorreu de dentro dela caindo sobre o pinto dele, ela sentiu que a porra estava escorrendo assim permaneceu parada e contraindo sua xaninha de modo que o restante que ainda estava dentro dela saísse, sem exagero meu caro leitor, era bastante porra mesmo. Poxa vida que tesão ver aquilo, a bucetinha da minha mulher derramando porra de outro homem, que visão mais espetacular, para um marido que há uma semana nem sonhava com uma situação daquela, agora estava se deleitando com o fato de ver sua amada nos braços de outro sendo completamente inundada de porra, foi uma prazer que apenas um corno pode sentir e ninguém mais, sei que a palavra “CORNO” é comumente usada para maridos traído não para um marido que entregou de mão beijada sua esposa amada nos braços de outro homem assim como eu fiz, porém gosto de usar a palavra “CORNO” para referir a minha condição, porque assim como a mulher que trai transa com outro homem a minha também transou, embora a palavra “CORNO” soa bem apenas nessas condições, ou seja, naqueles momentos, fora isso ela torna-se um pouco indesejável. Bom aquilo foi de mais pra mim, como diz o ditado, foi a gota d’água, mesmo sem tocar em meu pau ele começou a pulsar eu sabia que iria gozar já havia segurado muito, pois não queria simplesmente gozar no chão e não queria participar para não estragar o momento agradável da minha fantasia que era vê-la transando com Sergio, imediatamente eu senti na poltrona com o pau extremamente duro e latejando Bruna perguntou se eu ainda não havia gozado, respondi que não então ela veio em minha direção, ajoelhou-se entre minhas pernas e começou a me chupar, foram apenas duas chupadas e como louco gozei um monte de porra em sua boca, como de costume ela engole tudo e fica chupando até meu pau amolecer, assim ela fez, depois que terminou de me chupar eu fiquei desfalecido na poltrona Sergio sorrindo disse: “Ah!… eu quero assim também…” Bruna olhou sorrindo pra mim, tipo: “E agora o que eu respondo…” balancei a cabeça de forma afirmativa, ela então se virou para ele e disse: “Depois…”, sabendo ela que ele havia acabado de gozar e precisava de um tempo para se restabelecer… Eu dei um beijo na boca dela e disse: “Você foi de mais amor, era bem assim que eu queria ver…” ela falou: “Que bom que você gostou amor, no inicio eu tava com medo de você de repente ficar com ciúmes e mandar a gente parar e isso virar um problema para o nosso casamento…” eu disse: “Que nada amor, eu queria isso e você realizou, ainda bem que você curtiu a transa…” ela sorrindo perguntou: “Posso mais uma vez depois..?” eu respondi que sim quantas ela quisesse, ela me deu um beijo e foi ao banheiro fazer a higiene pessoal.

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Depois de uns minutos levantei e fui até o frigobar pegar duas cervejas pra nós, ele ainda completamente nu, levantou-se e foi sentar no sofá assim que ele terminou de tomar um gole me disse: “Olha Humberto é muito legal conhecer um casal mente aberta assim como vocês, que fazem o que tem vontade…” respondi sorrindo: “Sergio não somos mente aberta assim como você pensa e nunca fizemos isso em nossa vida, alias nunca nem pensávamos em fazer, isso aconteceu única e exclusivamente com você…” ele retrucou dizendo: “Tá brincando…” eu disse: “Sério… pode acreditar…” ele perguntou: “E porque você me escolheram…?” respondi: “Nós não te escolhemos…. ” e frisei ele sorrindo murmurou: “Agora fiquei confuso…” aí eu expliquei: ” Podia ser um outro é que você estava no momento certo, na ocasião certa, no lugar certo e teve a cara de pau de ficar olhando de mais pra ela.. e despertou em nós algo que jamais havíamos tido…” e conclui: “É claro que isso não aconteceu de imediato tudo foi evoluindo naturalmente…” ele sorriu e disse: “Que bom que foi eu…” e continuou: “E você meu amigo,…(fez uma pausa e completou: “acho que já posso te chamar de meu amigo”) como você está se sentindo, pois durante a transa a Bruna disse que era sua fantasia…”, respondi que estava bem, que senti o maior tesão de minha vida, ele sorriu tomou outro gole e disse: “Que bom, fico contente por você acho tudo isso inusitado ei que existe muita gente por ai que pratica, mas a experiência de participar realmente é incrível…”. Nisso minha esposa saiu do banheiro com os cabelos molhados e uma toalha enrolada em seu corpo, ela também pegou uma latinha de cerveja e sentou-se ao lado de Sergio, conversamos por uns 30 minutos mais ou menos e nosso amigo perguntou: “Vocês não se importam de eu jogar uma água em meu corpo também…?” dissemos que ele podia ficar a vontade, pois tinha toalha sobrando no banheiro e ficamos sozinho. Bruna estava de frente pra mim eu estava em uma poltrona do lado oposto, ela olhando pra mim com aquela cara característica de mulher safada abriu as pernas começou a alisar a bucetinha e disse: “Olha amor ela ta toda dorida por causa daquele pausão…” eu fiquei maluco com aquela declaração, larguei a cerveja na mesinha ajoelhei entre as pernas dela e disse como a gente costuma dizer quando uma criança se machuca: “Deixa eu dar um beijinho nela pra curar…” e comecei a beijar, beijar e quando percebi já estava com toda minha língua la dentro, ela abriu bem as pernas, pegou em minha cabeça e começou a gemer eu levantava bem as pernas dela para que pudesse enfiar a minha língua o máximo que eu podia e gemendo ela disse baixinho acho que para Sergio não ouvir: ” Isso meu corninho chupa gostoso minha bucetinha, prepara bem ela que eu quero sentir aquele pausão dentro dela novamente…”, caramba que sensação gostosa ouvir aquelas palavras sendo proferidas por minha mulher, era como música aos meus ouvidos e não demorou Sergio saiu do banheiro com uma toalha enrolada na cintura, ele se aproximou do sofá e como eu estava com minha cara enfiada entre as pernas de Bruna, notei que a toalha caiu no chão e logo ouvi o barulho das chupadas que ela dava no pinto dele, a bucetinha dela estava toda encharcada resolvi então deixar os dois se divertirem, me levantei e sentei novamente na poltrona, Sergio sentou-se abriu as pernas e minha esposa ajoelho-se no meio delas e começou a chupá-lo, ele abriu os braços no encosto do sofá, com os olhos fechados jogou a cabeça pra trás e apenas dava aqueles gemidos expressivos de tesão…. Bruna ora chupava o pau, ora lambia toda extensão, ora chupava os grão dele e aos poucos ela foi abaixando cada vês mais até aproximar a língua do cuzinho de nosso amigo, pensei que ele não iria gostara, mas ao contrario ele abriu mais as pernas se ajeitou de maneira que ela pudesse alcançar o seu cuzinho com a língua, ela já fez isso em mim muitas vezes e confesso que é realmente uma delícia….Bruna engolia aquele pintão e se deliciava chupando e lambendo a cabeça rosada daquela tora, eu apenas me masturbava, Sergio realmente tinha um cacete de artista pornô, aquele fazer farte dos filmes mais requintados onde os homens possuem um dote invejável, reto, grosso, bem roliço e grande com uma cabeça rosada e bem perfeita, mesmo pela sua idade (52 anos) que naquela altura já sabíamos, seu pau era de dar inveja a qualquer garotão, eu por exemplo não tenho um pinto feio, mas o dele era realmente perfeito em se tratando de aparência é claro e por essa razão minha esposa não largava dele, ela o chupava com toda volúpia e assim ficou por um bom tempo, até que Sergio novamente não estava aguenta mais e a segurou pela cabeça pedindo para ela parar, sabedora do estado de excitação de nosso amigo ele foi levantando beijando sua barriga, subindo até o tórax, abriu as pernas e foi se ajeitando e sentando sobre aquele cacete, mas ela não o introduziu apenas levantou o pinto com a palma da mão direita, encostou bem na abertura da bucetinha e começou a esfregar nele, mesmo com o tamanho de cacete de Sergio dava pra ver que ele ficava envolto pelos grandes lábios da xaninha de minha esposa, ela fazia o movimento de vai e vem ao longo do pau e gemia baixinho, Sergio agarrado nos seios dela apenas os acariciavam, havia momento que ele levava a cabeça do pau até a entrada da bucetinha fazendo menção que iria introduzi-lo, entretanto ela o deslizava novamente entre os pequenos e grandes lábios esfregando-o em seu clitóris, esses movimentos eram feitos lentamente ela aprendeu isso em um filme pornô que assistimos certa ocasião e daquele dia em diante sempre fazia aquilo em mim, eu adoro é claro a sensação é maravilhosa, isso é uma forma de provocar o homem em toda sua plenitude. No outro dia quando conversamos sobre a transa entre os dois ela me confessou que fez aquilo para judia-lo assim como ele fez com ela na primeira metida. Bruna ficou fazendo aquele movimento até ele agarra-la pela cintura e deixa-la imóvel, o tesão que Sergio sentia naquele momento era tanto que dava pra ver aquele líquido transparente e viscoso saindo de seu pau e juntar na palma da mão de minha esposa, Sergio então disse: “Para um pouquinho eu não sou de ferro, você ta acabando comigo…” ela tirou a mão de seu pau olhou para sua mão, olhou para mim que naquela altura já havia posicionado a poltrona ao lado dos dois a fim de não perder nada, começou a passar a língua a palma da mão dizendo: “Hummmm que gostoso amor….” Minha mulher sempre foi boa de transa acostumamos inovar as vezes durante nossas fodas, mas naquele dia ela estava irreconhecível, acho que nosso amigo despertou o seu lado puta o qual estava adormecido dentro dela. Quando ela lambeu aquele líquido todo da palma da mão foi de mais me senti um corninho manso e imediatamente tirei a mão do meu pênis, Ufa!!! quase gozei minha porra chegou a se manifestar e um pouquinho saiu pelo orifício da cabeça eu já não estava aguentando mais ver os dois naquela situação, mas eu tinha que aguentar.

Minha esposa resolveu parar com o sofrimento de nosso amigo, ela novamente pegou o pau dele com a palma da mão esfregou um pouquinho em sua xaninha só que desta vês quando ela o conduziu até a entrada ela sentou lentamente fazendo tudo aquilo desaparecer dentro dela e começou a cavalgá-lo ali no sofá, ela gemia feito doida Sergio agarrou em suas nádegas e a pressionava para baixo quando ela sentava em seu pau e assim eles ficaram por um bom tempo, nosso amigo havia se recuperado e conseguia controlar o seu tesão mesmo com aqueles movimentos repetitivos de levantar e sentar que Bruna fazia, se fosse eu já havia gozado jamais coseguiria aguentar tanto tempo, mas ele estava firme aguentando ela cavalgar freneticamente sobre o pau dele, as vezes ela parava ficava apenas sentada com o cacete todinho dela e apenas rebolava e esfregava nele, que delicia ver aquilo acontecendo era tudo o que eu queria, nem mais, nem menos. Depois de um bom tempo assim Bruna levantou-se e ficou de quatro no sofá, ela abriu bem as pernas arrebitou a bunda encostou o rosto no encosto do sofá e disse: “Vem me fuder Sergio, faça de mim uma cadelinha…” e rebolou, aquelas palavras de deixaram surpreso, pois jamais ela havia dito aquilo pra mim, “CARAMBRA” pensei…, minha mulher me surpreendia cada vez mais. Então Sergio posicionado atrás dela esfregou aquele pausão a portinha da bucetinha e foi introduzindo, quando entrou todinho ele a agarrou pela cintura e começou a fudê-la, no inicio lentamente, mas depois com bastante força, ela gritava e gemia, as vezes ele tirava aquela ferramenta todinha e colocava novamente dentro dela, certa altura ele a agarrou pelos cabelos e disse: “Agora vou atender o seu pedido e fazê-la se sentir uma cadelinha…” Bruna arrebitou mais a bunda e disse: “Isso Sergio fode sua cadelinha vais, mete esse pintão gostoso na sua cadelinha…” Eu já nem sabia mais o que pensar, meu pau babava, pingava de tanto tesão era realmente incrível estar presenciando aquilo, a sensação que eu sentia era muito boa, meu coração estava disparado e respirava como que tivesse corrido uns 2 km e finalmente Bruna deu um grito espremido e alto, ela estava gozando eu sabia disso e Sergio apenas continuou metendo nela até que notando o corpo dela se relaxar ele foi diminuindo até parar os movimentos, porém ele ainda não havia gozado, minha esposa levantou o corpo de encontra com o do nosso amigo ele a abraçou agarrou em seu seios ela virou o rosto e os dois se beijaram, ele ainda continuava com o pau dentro dela, eles conversaram algo baixinho que eu fui descobrir o que era quando ela levantou do sofá e ajoelhou-se em frente a Sergio, eu pensei: “Ele quer gozar na boca dela….” Bruna ainda meio ofegante pegou o pau de nosso amigo e começou a chupa-lo e com toda a maestria ela repetiu tudo aquilo que eu já narrei antes na primeira foda que eles tiveram e não demorou muito tempo Sergio deu um gemido forte e logo em seguida vi a porra dele escorrendo pelos cantos da boca de minha mulher, é lógico que ela não iria conseguir engolir tudo aquilo, ela então tirou o pau dele da boca, soltou um monte de porra que escorreram pelos seu queixo e caíram nos seios e novamente voltou a chupa-lo e repetiu o que havia feito soltando mais uma quantidade de porra e voltou a chupá-lo até que o pau dele foi amolecendo ela apertou bem a cabeça quando saiu a última gota de porra ela lambeu e engoliu assim como deve ter engolido um monte quando ele deu a primeira ejaculada, com aquele desfecho sensacional eu não aguentei e também gozei sobre minha barriga. Bruna olhou sorrindo para mim ainda com a boca e o queixo cheios de porra perguntou: “Gostou amor…?” respondi: “Estou sem palavras…” e sorrimos os três.

Ficamos os três calados por alguns minutos, Bruna limpou sua boca com a toalha e foi ao banheiro e logo que voltou Sergio já havia se vestido ele disse pra nós: “Gente essa foi a transa mais maravilhosa que eu tive, jamais vou esquecer de vocês…” e continuou: “Espero que tenham gostado o quanto eu gostei…” Bruna rapidamente sorrindo disse: “Eu adorei…”. e olhando pra mim com um sorriso maroto na boca perguntou: “E você amor gostou também…?” eu disse: “Claro que sim, foi a realização de minha fantasia…” Tomamos mais uma cerveja e Sergio teve que ir embora, pois já passavam das 4 da manhã e ele tinha compromisso naquele dia, quando fomos nos despedir ele abraçou Bruna deu um beijo bem gostoso em sua boca e nos disse: “Espero ter outra oportunidade desta com vocês…”

Depois disso trocamos telefone, e-mail, Facebook com Sergio e não o vimos mais lá em Recife, pois no outro dia voltamos para casa, mas mantivemos contato, aqueles momentos vividos por nós ficaram marcados e sempre que transávamos fantasiávamos com Sergio e ele vivia nos convidando (assediando…rsss) para passar uns dias com ele em um apartamento de praia que ele tem em Florianópolis até que em dezembro do ano passado resolvemos aceitar, o detalhe de como foi essa aceitação conto depois, mas aconteceu coisas incríveis além da minha expectativa, mas isso fica para o próximo conto que vai ter como título

“Nossa viagem para Florianópolis”

-Espero que os amigos leitores que muito elogiaram o nosso conto ( o qual foi realmente verídico) tenham gostado e esperem para o que vamos relatar sobre a visita a florianópolis.

 


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4 comentários em “Fantasia de Humberto – Parte 3

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    O nome dessa parte do conto não e igual ao restante do conto… No 1 e 2 era Sérgio e agora no 3 é Jonas 😞😞

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      Ola Danielly,

      Realmente havia um erro nos nomes, pois sempre trocamos os nomes.
      Ja ajustamos o conto.

      Blog Suave Luxuria

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    Parabéns ao casal pela experiência, nada como realizar fetiches é cada um q realizamos descobrimos q podemos evoluir em tudo, principalmente com cumplicidade entre o casal e aqueles q participarão da brincadeira. Mais uma vez parabéns

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    Conto maravilhoso! Esperamos que se transforme num livro… ficaremos na torcida para saber e comprar!!

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