Conto Erótico – A Pecadora e o Pastor

 Conto Erótico – A pecadora e o Pastor – Sexo Proibido

O segundo encontro aconteceu na casa dele, eu fui, porque nem passou pela minha cabeça que ele sendo um pastor iria tentar ter algo mais intimo comigo, não só tentou como tivemos.

A principio ele quis ficar se esfregando com roupa, mas não demorou muito o clima esquentou entre nós. Ele tirou a camisa e arrancou a minha blusa e sutiã, e começou a brincar com os meus seios enquanto me beijava, eu estava por cima dele e lembrando da
promessa que ele fez, sexo só depois do casamento, mas queria ver onde iria acabar, e acabou melhor do que eu imaginava.

Ele me deitou na cama, e desceu pelo meu corpo me beijando, quando chegou na barriga ele tirou a minha saia e ficou beijando a minha buceta com a calcinha, eu já estava extremamente excitada quando ele arrancou a minha calcinha e caiu de boca na minha buceta, percorria ela inteira com a língua, em poucos minutos eu tive um orgasmo, ele parou e subiu beijando o meu corpo até na chegar na boca, onde deu um beijo bem demorado.

-Minha vez.

-Não, não, eu nem deveria ter feito isso.

Ele não deixou eu retribuir o oral maravilhoso que recebi. Então nos vestimos e fomos para igreja, mas antes ele me deixou em casa, pois não achava certo chegarmos juntos e sozinhos sem estarmos casados, aproveitei para tomar um banho e trocar de roupa. De noite após o culto, ele me convidou para jantar na tia dele, após a janta ele me levou novamente para a casa dele.

Dessa vez ele levantou o meu vestido,tirou a minha calcinha, abaixou a calça e a cueca e ficou esfregando a rola em mim, deixei porque fiquei curiosa em sentir a ereção, e queria ver até onde ele aguentaria se controlar. De repente ele solta um eu te amo, eu fiquei sem reação, não sabia o que falar, então eu o beijei.

Ele se afastou e perguntou se eu não o amava, eu respondi que preferia demonstrar sentimentos por ações e não por palavras.

Não satisfeito ele pediu para que eu falasse aquelas palavrinhas mágicas; no ouvido dele. O que eu ia pensar, estávamos na cama, fui logo falando:

-Me fode gostoso.
Ele fez cara de assustado e disse:
-Miséricódia. Não amor, essas palavras não, eu quero ouvir aquelas que vem de dentro do seu coração.

Na hora entendi o que ele queria escutar:

-Eu te amo.

-Isso, repete de novo, eu preciso ouvir isso.

-Eu te amo.

Depois de alguns minutos ele ficou com a rola dura e tentou penetrar a entradinha da minha buceta, mas não concluímos porque eu senti muita dor, eu estava excitada, molhada e mesmo assim senti dor, ele percebeu que era hímen complacente, se desculpou, e disse que não queria me machucar. Eu fiquei sem entender, antes já havia acontecido isso comigo, e fazia menos de um ano que eu tinha perdido a virgindade. Ficamos um pouco abraçados e ele me levou para casa antes da meia noite.

A nossa primeira foda foi na semana seguinte, a gente ia numa feira de carros, mas só fomos na parte da tarde, durante a manhã ficamos na casa dele.

Eu já imagina que iria acontecer algo, coloquei uma calcinha fio dental preta, um sutiã preto, e um vestido discreto. Chegando na casa dele nem tomamos café da manhã, a pegação já começou na sala e partimos para o quarto, chegando lá ele me jogou na cama e ficou por cima de mim, nos beijamos enquanto ele percorria o meu corpo com as mãos:

-O que você acha de tirar esse vestidinho.

Tirei o vestido e ele disse:

-Uau, que calcinha bonita.

-E você não vai tirar a roupa.

-Não é uma boa ideia, mas não vou resistir.

Ele continuou com a cueca, e eu com a calcinha, novamente ele não resistiu e abriu o meu sutiã, e começou a beijar os meus seios, percebi que fiquei molhada de tesão, quando ele desceu a mão na minha buceta também percebeu, e falou:

-Nossa já tá assim é? Que delicia.

Segurei a mão dele na minha buceta, ele deve ter entendido o recado, porque colocou a mão por dentro e começou a me tocar, nessa hora fiquei ofegante e comecei a delirar de tesão, beijei ele, não conseguia me controlar:

-Assim eu vou gozar.

Mas ele parou de me masturbar e disse:

-Então vou te dar algo melhor pra você gozar.

Tirou a cueca e a minha calcinha e posicionou a rola bem na entradinha da minha buceta e pediu para que eu relaxasse, e se doesse avisasse que ele pararia.

-Está bem, deixa eu te sentir dentro.

Acho que por ele ter colocado o dedo antes, dessa vez não senti dor,apenas um pouco de incomodo, ele enfiou inteiro, mas nem tinha começado a meter quando gozei, e depois que gozei eu quis mais, antes mesmo dele fuder eu já estava rebolando.

-Rebola por cima, vem.

Dessa vez fiquei por cima, apoiei as mãos no seu tórax e mexi gostoso na rola dele. Mudamos de posição de novo, dessa vez ele quis ficar por cima de ladinho, eu perdi as contas de quantas vezes gozei, mas ele não gozou, ficamos aproximadamente quatro horas trepando, eu estava exausta, de pernas bambas, quando ele disse para irmos tomar um banho.

No chuveiro tentamos fuder mas não encontramos nenhum posição favorável, então ele me fez gozar mais um pouco com os dedos, eu estava em pé encostada na parede, levantei uma perna e coloquei na cintura dele, enquanto ele beijava e metia o dedo sem dó na minha buceta, gritei de tesão, arranhei os braços e as costas dele, gozei e quase cai, eu não aguentava ficar em pé, e continuava pedindo mais.

Desligamos o chuveiro e voltamos pra cama com os corpos molhados e continuamos transado gostoso, gozei a manhã inteira, mas ele nada.

Eu queria continuar mas ele disse que teríamos a vida inteira para fazer sexo.

Eu fiz uma viagem durante a semana, e quando retornei tinha um casamento para irmos, casamento de crente que é uma chatisse.

Durante a festa ele foi super atencioso comigo, achei que ele seria discreto mas me surpreendi.

Estávamos acompanhados da amiga dele, a missionária que implicou com o meu cabelo, mas não me intimidei com a presença dela, ignorei. Na hora de irmos embora lembro que nos aproximamos da pista de dança, estava sem iluminação, e nos beijamos com direito a uma pegada na minha bunda onde senti a rola dele encostar em mim. Continuei beijando e abracei ele forte, quando ele interrompeu nosso beijo, e cochichou no meu ouvido:

-Nossa que pegada gostava você me deu agora.

Voltei a beijar, e depois questionei:

-Gostou?

-Amei.

Então fomos para o estacionamento, entramos no carro e voltamos para casa. Achei que ele iria me deixar em casa primeiro, e depois levar a amiga dele, mas novamente ele me surpreendeu, primeiro deixou a velha fofoqueira, e ao invés de me levar para a minha residência, ele me levou para a dele. Eu realmente não esperava por isso.

Chegamos na casa dele por volta da meia-noite, quando ele disse:

-Sexo só depois do casamento.

-Verdade amor, depois do casamento está liberado.

Ele me levou aos beijos para o quarto dele, onde prontamente foi subindo o meu vestido e apertando a minha bunda, enquanto eu pegava no pau dele. Tiramos a roupa, ele já estava com a rola dura igual pedra, porra que delicia do caralho aquela rola dele. Eu estava doida pra ser fodida, quando ele me jogou na cama e caiu de boca na minha buceta.

-Ai amor, eu amo sua boca em mim, piro quando você passa a língua na minha buceta e mete a língua dentro dela, mas agora eu quero a sua rola dentro.

-Safada, você quer rola, então vou te dar. Abre a pernas pra mim. Abri as pernas e ele entrou gostoso, a partir daquele momento eu enlouqueci de tesão.

-Me fode, essa buceta é sua.

Ele meteu inteiro, parou e me beijou, e fudeu me beijando, os beijos abafava os meus gemidos, até que teve um momento que eu não conseguia mais beijar, estava ficando sem ar, abracei ele e meus gemidos foram ficando cada vez mais alto, até que quando eu estava para gozar eu cravei as unhas nas costas dele e gritei de tanto prazer.

Meu corpo estremeceu e gozei gostoso com ele me comendo por cima.

Se eu fiquei satisfeita? Fiquei, e muito, mas eu queria mais.

Dessa vez subi em cima dele, e montei gostoso naquela rola que ele tinha. Cavalgava rápido, e sentava forte, quando ele disse que estava se segurando para não gozar, era tudo que eu precisava ouvir, então apoiei as mãos na parede e mexi com intensidade, ele foi mais forte que eu, não gozou, quem gozou de novo fui eu, mas continuei rebolando na rola dele, ele pressionava o meu quadril com força, e eu adorava:

-Isso amor, me aperta, me segura bem forte.

Em seguida, gozei de novo, mas continuei em cima da pica dele, quando ele pediu para que ficasse paradinha, porque eu era muito acelerada, parei, aproveitei para tomar folego, quando ele começou a bombar com a rola dentro de mim, eu queria rebolar, mas lembrei que ele pediu para ficar parada. Ele fazia devagar, eu me segurei para não  mexer, ele disse que queria sentir devagar a minha buceta engolindo o pau dele. Ele suspirava e falava:

-Que gostoso, que delicia, não gosto de usar essa palavra mas não tenho outra palavra para expressar: você é muito gostosa.

Ele me apertava e metia fundo devagar, quase gozou, na verdade eu cheguei a sentir escorrendo um pouco de porra, mas ele tirou, maldade regular o gozo, deveria ser considerado pecado não gozar.

Fui descer para chupar, mas ele disse que estava sensível, que era melhor não. Então deitei ao lado dele, mas continuamos, novamente ele veio por cima e me penetrou. Travei as pernas na cintura dele, mas dessa vez não aguentei por muito tempo, comecei a sentir dores nos joelhos, dessa vez gritei de dor, ele passou pomada e spray analgésico e deu massagem, enquanto fazia efeito ele comentou:

-Também você ficou um tempão sentando e não queria mais parar de transar.

-Não, realmente não quero parar, mas não aguento.

-Não sei se quando a gente casar vou dar conta de você não hein.

-Vai sim, é só tentar toda noite que você consegue.

Ele achou muito toda noite, mas foi modo de dizer. Nos vestimos e ele me levou para casa.
Eu estava morta de cansada, extremamente exausta, nunca esquecerei aquela noite, não sei exatamente o que, mas ela marcou muito, não foi pela quantidade de vezes que gozei, porque quando transo eu gozo fácil, realmente eu não sei o que houve de especial, mas foi especial pra mim.

 

Autora: www.wattpad.com/lilithsantis


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