Conto Erótico – Sexo anal – O Advogado Militar

O Advogado Militar – Conto Erótico

Tudo começou quando tive um problema no batalhão e fui comunicada por um sargento que eu já havia ficado uma vez.

Respondi um procedimento disciplinar jurídico, onde quase eu fui expulsa, nessa altura eu já não tinha mais o Coronel comigo.

Eu achei que estava sozinha até conhecer uma vereadora que defende os policiais contra abuso de superiores e até mesmo do Estado.

Contei o meu caso, mas só a parte que era conveniente, que saí com um sargento que me perseguiu só porque eu não quis ter intimidades com ele no primeiro e último encontro.

E prontamente ela disse que iria me ajudar com apoio jurídico e que se eu fosse exonerada faria um escândalo na frente do batalhão e do Comando de Policiamento, e que jogaria na mídia, eu também já estava planejando colocar o que aconteceu na mídia e estava conversando com dois jornalistas, um de um jornal regional e outro investigativo de uma famosa emissora nacional aberta.

Ela me passou o contato do advogado, que posteriormente descobri que era um
capitão e que trabalhava no mesmo batalhão, mas eu nunca vi esse homem, pois ele estava afastado. Ela me passou os telefones dele e e-mails, e falou que eu deveria entrar em contato imediatamente.

Liguei na residência dele, não precisei explicar pois ele já sabia e aguardava a minha ligação. Me pediu para adicionar no Skype que era o mesmo do e-mail, adicionei mas só conversei com ele no dia seguinte.

Ele se chamava H, tinha 46 anos, casado, oficial da policia militar, formado em direito com especialização em direito militar, tinha os cabelos grisalhos e mais brancos do que castanhos, olhos cor de mel, aproximadamente 1,80 m de altura. E tinha alguns problemas psiquiátricos como depressão, e transtorno bipolar, e futuramente conhecendo a história dele eu soube que antes ele fingia estar doente para não ir preso por um motivo que nunca soube, e de tanto fingir ele ficou com problemas de verdade.

Conversamos durante alguns dias pelo Skype e e-mails, não sei a partir de qual momento ficamos íntimos, mas entre as conversas acabamos ligando a webcam, na época eu ainda não era camgirl, e odiava cam, mas com ele aconteceu naturalmente.

-Fiquei intrigado, vi suas fotos e me pergunto como uma garota tão linda e inteligente arrumou uma encrenca dessas.

-Obrigada, mas acredito que a beleza está nos olhos de quem vê.

-Então liga a webcam que agora quero ver.

Liguei, normalmente, como se fosse uma extensão da nossa conversa. E nos primeiros dias não rolou nada demais, apenas conversamos. Até que um dia, ele ligou a webcam e estava de camiseta branca e cueca branca, do outro lado quase desmaiei quando vi, puta que pariu, que volume ele tinha.

Quando ele percebeu desculpou-se:

-Desculpa, eu não fui para o escritório hoje, resolvi ficar em casa e esqueci de ficar apresentável para conversar com você.

-Imagina, comigo você pode ficar a vontade sempre.

-Hum, não fala assim, se não eu fico pelado.

-Ui, pode ficar, eu ia adorar.

Caralho. O que eu tava falando, eu tava ficando louca, eu não me reconheci naquele momento.

Ele começou a rir e abaixou a cam, também abaixei a minha. Só mostramos os nossos corpos com roupa, não fizemos sexo virtual, mas aquela foi a primeira vez que eu me exibia na frente de uma webcam, mesmo usando roupas, eu fiquei excitada.

Depois de aproximadamente dois meses ele precisava de uns documentos, e tinham que ser entregues pessoalmente e assinados.

Assim, tivemos o nosso primeiro encontro.

Foi numa manhã chuvosa, nos encontramos na minha cidade, ele morava em outra cidade vizinha. Quando recebi a mensagem eu já estava pronta, e ao sair no portão eu logo avistei uma Duster preta na frente da minha casa.

Entrei no seu carro, ele usava uma camisa verde com uma jaqueta preta, era um homem atraente. Nos cumprimentamos e quando eu entreguei os documentos ele olhou as assinaturas, e contou as folhas, eram nove folhas de processo.

-Você é encrenca, moça. Isso com a mão na minha coxa apertando.

Pensei comigo mesma:

-Prazer, eu sou a encrenca. E falei:

-Mas você é um dos melhores advogados que eu pesquisei e ouvi muitas referências boas a seu favor, se eu não acreditasse em você teria arrumado qualquer um por aqui mesmo, qualquer um na porta de cadeia. Afinal eu já estava com o pé quase dentro.

-Obrigada, eu te tirarei dessa, nem que seja com a mídia.

-Bom onde iremos? -perguntei

-Onde você desejar me levar.

Depois das conversas pela webcam só restava um lugar para ele me levar: um motel. Minha nossa como eu fui fácil, fui mesmo, afinal, ele atravessou cidades para estar comigo, uma garota encrenqueira, e ainda paguei os honorários muito bem pagos, em parcelas bem apertadinhas.

Chegando no motel ele já arrancou as minhas duas blusas, eu usava uma cacharrel vermelha e uma camiseta preta, e abaixou meu sutiã que também era preto, prontamente já caiu de boca nos meus seios, enquanto chupava eles, colocou a mão por dentro da minha calça para sentir minha buceta que estava muito quente, eu usava uma
legging que enquanto ele tirava a própria roupa eu joguei ela longe.

Em algum momento das conversas anteriores eu já havia falado que era virgem, mas não era pura e muito menos inocente.

Ali estávamos em pé próximos da cama, ele já estava pelado e eu usava calcinha ainda, preta, fio dental e socada na bunda. Ele me deitou na beirada da cama, e recebi um oral que gostoso, enquanto ele metia a língua na minha bucetinha que estava encharcada de tesão, ele apertava meus peitos com força, não demorou muito e eu gozei na boca dele, senti meu corpo inteiro arrepiar.

-Nossa que gostoso, você sabe como usar a boca.

-Safada, quem disse que eu acabei. E continuou me chupando, eu senti pequenos choques na vagina, e logo ficou gostoso novamente, o filho da puta me fez ter dois orgasmo na boca dele.

Eu precisava retribuir, sentei ele na cadeira, e comecei esfregando o meu corpo no dele, acariciando ele, sentei por cima de frente e comecei a tocar uma punheta, e com a outra mão me masturbava.

-Putinha safada, nunca defendi uma vadia igual você.

-Então é das vadias que o senhor gosta, né. Quando falei isso, ele deu uma risadinha.

Continuei batendo uma punheta, até que ele gozar na minha mão, espalhei o gozo dele na minha barriga, levantei a abri o chuveiro, em seguida ele veio atrás de mim, e continuou me acariciando. Ele tinha um fogo que muito novinho não tem nem metade, que homem insaciável.

Me encostou no box de banheiro, de costas para ele e de frente para um espelho, então começou a morder a minha orelha e acariciar meus peitos, desceu a mão e apertou minha bunda e disse:

-Me chupa agora vadia.

-O senhor que manda.

Desci olhando em seus olhos, e não olhei o pau dele, só os olhos, adorava ser a expressão de coroa safado que ele tinha.

Eu estava com tanta vontade de dar para ele que subi, fiquei de costas e fui colocando aos poucos o pau dele no meu cuzinho, até que ele empurrou e colocou de jeito. Naquele momento ele se aproximou do meu ouvido:

-Eu sabia que você era uma virgem vadia, pilantra mesmo.

-Eu sabia que você era um advogado mais pilantra ainda, para aceitar o meu caso.

-Para de falar e rebola sua cadela.

Rebolava e gemia, me apoiava na porta do box para dar mais impulso e ia até o talo, sentia as bolas dele encostarem no meu cu e buceta.

Ele me agarrou pela cintura, apertou meus seios e gozou, gozou com força e alto.
Depois terminamos o banho, colocamos a roupa e pedimos um almoço.

Durante o almoço ele conversou sobre o tempo em que estava ativo na policia, suas histórias, acontecimentos da época da escola militar e para a minha surpresa ele estudou com o meu chefe.

Almoçamos e ele me deixou na rua em que eu morava na época.

Durante a despedida ele me deu um beijo e disse que havia adorado me conhecer e passar a manhã comigo. Sorri e desci do carro.

Quando entrei em casa me joguei no sofá e fiquei pensativa: Como assim, no meu primeiro encontro com ele eu já fui dando o cu para ele e dei gostoso.

Cheguei a conclusão que eu era uma virgem vadia mesmo.

Depois de três semanas nos encontramos pessoalmente pela segunda vez. Confesso que a segunda foi muito melhor do que a primeira. Era de manhãzinha, ele me buscou em casa, dessa vez estava calor, ele usava uma camiseta azul com estampas verdes. Eu
aproveitei o tempo para colocar um vestidinho rosa bem curto e uma sandália preta de salto alto.

Quando entrei antes de falar um oi, eu já percebi que estava de pau duro, e antes de falar oi eu já apertei a rola dele com a mão.
Durante a viagem ele passou o dedo na minha buceta por dentro da calcinha. Fomos para o mesmo motel. Dentro da garagem ele já arrancou a minha calcinha no carro mesmo, e ficou apertando a minha buceta, não demorou muito eu sentei no colo dele de frente, e enquanto ele apertava eu rebolava na mão dele. Ele abaixou o meu vestido juntamente com o sutiã e chupava meus seios, lambia e mordia. Dessa vez fui eu quem gozei na mão dele. Subimos para o quarto e pela escada eu já fui arrancando o vestido.

Sentei na cama e tirei o salto. Quando olhei ele estava sem a camiseta e abrindo o zíper da calça, eu só observei ele tirando a roupa e vindo na minha direção, quando ele se aproximou para me dar um beijo, eu fiquei de costas e empinei a bunda, ele estava de pau duro e entendeu o recado, passou gel e meteu rola no meu rabo.

Eu estava de quatro e ele dando tapas enquanto me fodia, eu virei e falei:
-Bate igual homem, com força.

Então ele bateu com força e fodeu com força também. Eu senti um pouco de dor, mas uma dor gostosa. Ele gozou e eu falei que queria mais.

Então ele desceu e começou a chupar a minha buceta e apertar minha bunda enquanto metia a língua. Gozei na boca dele, e ele já estava de pau duro novamente para voltarmos para foder.

Dessa vez eu estava de bruços na cama e entrava tudo, e ele apertava os meus seios Enquanto metia fundo no meu cu. Eu empinava um pouco a bunda e podia sentir o peso dele em cima do meu corpo. Ele gozou e fomos para o chuveiro, mas eu ainda queria
mais.

Estávamos debaixo do chuveiro quando eu me aproximei do ouvido dele e disse que ainda estava com tesão e queria dar mais mais para ele. Imediatamente ele fechou o chuveiro, e voltamos para a cama, nem nos secamos, fodemos com o corpo molhado. Dessa vez fiquei e ladinho para ele me comer, ele fez uma coisa que ninguém havia
feito.

Enquanto ele socava no meu cu e masturbava a minha buceta, com a outra mão ele começou a acariciar o meu pescoço, e de repente começou a apertar, achei aquilo um tesão, ele percebeu que eu estava gostando, então tirou a mão da minha buceta e apertava o meu pescoço com as duas mãos. Ele gozou assim, retirou a rola da minha
bunda, desceu uma mão para a minha buceta e continuava com a outra me enforcando, em menos de um minuto eu gozei intensamente.

Voltamos para o chuveiro e ele disse:

-Por favor chega, não aguento mais por hoje.

Eu dei risada e falei que tinha sido muito gostoso mas que era melhor guardar um pouco para os próximos encontros. Nos secamos e nos vestimos, mas eu não sabia onde estava a minha calcinha, até que encontramos no carro, pendurada no cambio. Vesti no carro mesmo e saímos do motel.

Aquele seria o nosso último encontro. Não deu certo de marcamos outros. Ele me deixou próximo no final da rua, nos beijamos e segui para minha casa, ele ficou olhando pelo retrovisor até eu entrar.

Meses depois teve a decisão final do meu processo administrativo, ele havia conseguido quebrar todos, e minha única punição foi advertência verbal, nem precisei ficar presa, e muito menos fui exonerada.

Ele não me defendeu de graça porque eu dei para ele, e dei bastante, nunca pensei que seria tão gostoso pagar com sexo.

 

Autora: www.wattpad.com/lilithsantis


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