Conto Erótico – Eu, meu marido e seu amigo!

Relato Erótico – Eu, meu marido e seu amigo!

Sou a Tatiane, tenho 28 anos e esta estória que vou lhes contar aconteceu há uns 6 meses. Me casei com 23 anos e sempre fui muito reservada em relação à sexo. Antes de me casar eu me recordo de ter dado minha boceta somente para dois caras, ou seja, eu era muito inexperiente. Porém, à medida que o tempo foi passando, eu e meu marido começamos a experimentar coisas novas. Por exemplo, quando solteira eu nunca tinha chupado um pau ou feito sexo anal. Foi meu marido quem me ensinou e praticou estas coisas comigo. Recordo que uma vez insinuei que eu gostaria de ser penetrada no cú e na boceta ao mesmo tempo. Ele se zangou. Não gostou muito. Disse que mulher dele nenhum outro homem tocaria. Prometi esquecer o assunto e ele concordou em enfiar o vibrador no meu rabinho de vez em quando enquanto estivesse fodendo minha xoxotinha.

Meu marido, que é 6 anos mais velho que eu, sempre gostou de futebol. Todos os finais de semana ele convida algum amigo para assistir aos jogos em nossa casa. Como sou muito vaidosa e não tive filhos, consegui preservar o corpinho gostoso da época de solteira. E meu marido adora me exibir para seus conhecidos. Os olhos dele praticamente brilham quando ele percebe que algum outro homem está me admirando, me comendo toda com os olhos. Assim, nas tardes de sábado e domingo eu visto minhas roupas mais provocantes mesmo e vou à sala servir suco ou algum aperitivo para eles. Os amigos dele. claro, me olham de rabo de olho o tempo todo, tentando ver minha calcinha por baixo das saias curtas que visto. Meu marido apenas observa e curte muito estes momentos. É claro que não posso exagerar, senão é briga na certa e fico sem pica umas duas semanas.
Um dia ocorreu um situação um pouco inusitada. Tínhamos acabado de adquirir um sistema de TV por assinatura, com mais de 150 canais. Meu marido estava animadíssimo e convidou um de seus amigos mais próximos para almoçar com a gente e depois mostrar a ele todos os canais de esportes que agora eles teriam à sua disposição. Este amigo era o Jorge. Ele devia ter uns 35 anos, era casado com uma mulher muito bonita e ela já havia estado em nossa casa algumas vezes com ele. O nome dela é Sabrina.

Depois do almoço eu fui para a cozinha limpar a mesa e lavar as louças. Meu marido e o Jorge ficaram na sala conversando e verificando todos os novos canais. – Caramba! Veja isso! – meu marido disse de repente. Não me preocupei muito pensando que eles estavam falando das novas atrações que eles estavam tendo agora com aquela quantidade enorme de canais. Mas, comecei a estranhar o silêncio que se fez de repente na sala. Tirei meus chinelos e me aproximei, vagarosamente, nas pontas dos pés.

 

– Cara, você já fez isso? – o Jorge perguntou ao meu marido.
– Ainda não! Mas sempre tive desejo de ter duas mulheres fazendo isso comigo. Cara! Eu me sentiria nas nuvens – meu marido respondeu.
Muito curiosa resolvi ver o que eles estavam assistindo. Para minha surpresa, era um filme pornô com duas mulheres disputando uma das maiores picas que já vi em minha vida. Elas revejavam suas bocas naquele cacete enorme em um boquete maravilhoso. Eles, claro, levaram o maior susto quando me viram e ficaram muito atrapalhados. Meu marido trocou de canal imediatamente.

Me virei para os dois fingindo estar zangada com aquilo. – Então você gostaria de ter duas mulheres chupando o seu pau, seu safado? – eu disse ao meu marido, tentando ficar o mais séria possível.
– E qual homem não gostaria, Tatiane? – meu marido respondeu.
– Eu sempre quis experimentar – disse o Jorge meio sem graça, mas querendo colocar mais lenha na fogueira.
– E se sua mulher quisesse transar com dois homens? – perguntei ao Jorge. Agora eu já não estava fingindo estar brava, mas sim sorrindo e me divertindo com a brincadeira.
– Se deu mal, heim, Jorge? Os direitos são iguais – disse meu marido rindo.
– Pois vou dizer uma coisa – disse o Jorge – Não sei se minha mulher daria para dois homens. Mas ela com certeza ficaria comigo e outra mulher.
Eu e meu marido olhamos para ele com expressões de espanto. – Estou falando sério – ele disse finalmente.

Imediatamente as coisas começaram a ficar claras. Agora eu entendia porque a Sabrina me olhava tanto nas vezes em que nos visitou. Lembro que uma vez fomos ao meu quarto experimentar algumas roupas e ela parecia tremer de tesão quando eu fiquei apenas de calcinha e sutiã na frente dela. Na época não liguei muito, mas agora eu entendi o porquê. Continuei a provocar meu marido.
– Então voce acha que os direitos são iguais, Mário? – perguntei a ele.
– Os direitos são iguais. Mas eu prefiro ficar com duas mulheres – disse ele rindo.

Toda aquela situação estava mexendo comigo. Repentinamente imaginei eu e a Sabrina chupando o pau do meu marido, dividindo cada centimetro da rôla gostosa que ele tem. Meus pensamentos então recuaram um pouco mais, na época da faculdade, quando dormi uma noite na casa de uma amiga e tivemos uma pequena experiência lésbica. Não foi nada demais. Apenas nos beijamos, ficamos nuas e nos tocamos muito, esfregando nossos grelinhos uma na outra. Foi um experiência muito gostosa e confesso que senti um prazer imenso tocando e sendo tocada por uma mulher. Mas, depois que descobri os imensos prazeres que só uma pica bem grossa e comprida pode proporcionar, eu passei a me relacionar somente com homens.

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Enquanto eu tinha esses pensamentos, percebi minha boceta molhadinha. Ela latejava de tesão e eu estava louca por uma boa foda. Minha vontade era desligar aquela TV, pedir ao Jorge que fosse embora e arrastar meu marido para o quarto. Ou dar a boceta para ele ali mesmo, no sofá da sala. Ele com certeza iria chupar minha petequinha e lamber meu cuzinho antes de me penetrar. E eu estava ansiosa para isso acontecer logo. Mas, o diabo tinha que lançar uma tentação. E se eu desse para o meu marido e para o Jorge ao mesmo tempo? Lancei a provocação ao meu marido.
– Se os direitos são iguais, então eu prefiro dar para dois homens – disse eu, ainda de pé na frente dos dois. Fiz uma pose de mulher gostosa, com as mãos na cintura. Como eu vestia uma saia branca, bem curtinha e uma blusinha mostrando parte da minha barriga, me movimentei de forma a forçar minha blusa ainda mais para cima. Agora meu umbigo estava praticamente todo de fora. E minha saia um pouco baixa na cintura mostrava um pequeno pedaço da parte de cima da minha calcinha. O Jorge literalmente babava olhando cada parte do meu corpo.

Meu marido me olhou espantado, praticamente sem nenhuma reação. Por um momento percebi que ele não tinha gostado do que eu tinha acabado de falar. Os olhos do Jorge, por sua vez, brilhavam de vontade de me agarrar logo. Prevendo o perigo eu abaixei minha blusa novamente e voltei correndo para a cozinha.
– Você não é mulher para isso, Tatiane! Você não tem coragem! – falou meu marido da sala.
– Não sou mulher para o quê? – respondi voltando novamente para a sala.
– Você não tem coragem de dar para mim e o Jorge ao mesmo tempo! Está blefando!
Olhei para os dois, surpresa, e comecei a rir.
– Mas depois eu quero você e a Sabrina na cama comigo, ao mesmo tempo – acrescentou meu marido.
– O quê? – perguntou o Jorge de olhos arregalados.
– Você não falou que a Sabrina ficaria com outra mulher e um homem? – continuou meu marido – Pois agora eu e você comemos a Tatiane. Depois a Tatiane e a Sabrina dão para mim ao mesmo tempo.
– Ah! Pago para ver isso! – eu falei sorrindo para os dois – aposto que não são homens para fazer isso.
– Você está falando sério, Mário? – perguntou o Jorge ao mesmo marido, com os olhos arregalados para mim.
– Nunca falei tão sério – disse meu marido rindo.

– Tá feito! Você pode ficar com sua mulher e a Sabrina. Mas depois eu quero ficar com as duas também – disse o Jorge.
Eu estava me divertindo muito vendo os dois nessa discussão. A brincadeira estava tomando um rumo que eu não tinha imaginado e agora eu me sentia totalmente excitada com a idéia. – Conversem mais um pouco! Quando se decidirem me chamem – disse eu me dirigindo para a cozinha novamente. Eu tinha quase certeza de que aquilo ia dar alguma coisa. Assim passei da cozinha para o banheiro em poucos segundos. Fiz xixi, lavei a boceta rapidinho e voltei para a cozinha, na expectativa. Depois de uns cinco minutos meu marido me chamou. Entrei na sala e tive uma surpresa muito agradável. Meu marido e o Jorge estavam sentados no sofá lado a lado, completamente nus da cintura para baixo. Ambos estavam batendo punhetas e suas picas estavam realmente duras. De imediato senti minha boceta toda meladinha e minha vontade de foder era tanta que minhas pernas tremiam.

– Pode começar quando quiser, Tatiane! – disse meu marido com um sorriso safado estampado no rosto. Respirei fundo olhando para aqueles dois pênis bem eretos. Agora eu tinha que ir em frente com a brincadeira que eu mesma tinha começado. Mas aquela situação estava me agradando. E se o Jorge fosse tão bom de cama quanto meu marido? Era a minha chance de conseguir prazer em dobro. Ainda de roupa me ajoelhei no carpete, na frente do meu marido. Segurei o pau dele nas minhas mãos macias e delicadas e bati uma punheta de leve, dando beijinhos na cabeça daquela rôla deliciosa. Em seguida olhei para os dois, sorrindo, e envolvi o pau do meu marido entre meus lábios. – Ohhhhhhhh! Pôrraaaaa! Que boquinha gostosa, Tatiane! – disse ele gemendo de tesão. Me concentrei na pica do meu marido, dando lambidas em toda a extensão daquela vara quentinha e dura e tentando enfiá-la toda na minha boquinha pequena. Levei a mão ao pau do Jorge. Como era gostoso tocar seu cacete. Ele gemeu de prazer quanto minha mão segurou firme a pica dele e comecei a bater uma punheta bem lentamente. Depois de alguns momentos tirei o pau do meu marido da boca e me concentrei no mastro do Jorge. – Ahhhhhhhhhhhh! Que deliciaaaaa! – disse ele quando deslizei minha boca quentinha na pica dele, conseguindo engoliar até a metade de sua rôla gostosa.

– Isso, Tatiane! – meu marido disse – Mostre ao Jorge como você chupa gostoso!
Meu marido então se levantou e veio ficar atrás de mim. Como eu ainda estava de joelhos, ele se ajoelhou também e me agarrou por trás, beijando minhas orelhas e nuca. Em seguida começou a passar suas mãos em todo o meu corpo, com uma atenção especial nos meus peitos já durinhos de tesão. Senti sua mão levantar a parte de trás da minha saia e acariciar minha bunda. Depois ele meteu a mão entre minhas pernas, apertando minha bocetinha por cima da calcinha. A esta altura eu já estava toda derretida e o Jorge estava se deliciando me observando mamar e brincar com minha lingua em toda a extensão de sua pica. – Meu Deussss! Não aguento mais, Mário! Me fode agora! – disse eu ao meu marido. Ele então abriu o zipper da minha saia e a puxou para baixo, me deixando só de blusa e calcinha. Em seguida o Jorge tirou minha blusa, revelando o sutiã lindinho que eu estava usando. Agora foi minha vez de desabotoar meu sutiã e deixar meus peitos saltarem aos olhos dele. Os olhos do Jorge se abriram de tal forma que pensei que ele iria se atirar em mim de imediato. Em vez disso ele ficou observando. Fiquei em pé e lentamente fui tirando minha calcinha, revelando minha boceta pequena e muito bem depilada.

– Uauuuu! Que delicia de mulher! – disse o Jorge totalmentte extasiado. Depois, olhou aflito para meu marido, com medo da reação dele sobre seu comentário. Meu marido apenas sorriu. – Aproveite, cara! Ela é todinha nossa esta noite! – disse ele me sentando no sofá no meio dos dois. Eles tiraram suas camisas e o Jorge me agarrou de imediato, chupando meus peitos, beijando minha boca e acariciando toda a minha pele. Em seguida segurou minha cabeça e lentamente direcionou minha boca para o pau dele novamente. Comecei a mamar aquela pica gostosa enquanto meu marido brincava com minha boceta, ora esfregando os dedos no meu grelinho, ora enfiando dois dedos bem fundo na minha grutinha apertadinha e molhada. Eu gemia descontrolada. – Então, Tatiane? Está gostando de ficar com dois homens ao mesmo tempo? – perguntou ele.

Em vez de responder eu me levantei do sofá e me deitei no carpete, com as pernas abertas e levemente flexionadas. – Sou todinha de vocês agora! Vem me comer! Os dois! – disse eu tocando meus seios com uma mão e a outra massageando minha petequinha. O Jorge foi o primeiro a reagir. Olhou meu corpo de cima até embaixo com olhos gulosos, admirando o meu corpo que pela primeira vez o via completamente nu. Em seguida se deitou do meu lado, beijou minha boca e direcionou seu rosto para o meu baixo-ventre. A boca dele brincou nas minhas virilhas antes de chegar à minha bocetinha. Soltei gritinhos de prazer quando ele começou a lamber minha xaninha, beijando e apertando meus grelinho com os lábios. – Ahhhhhhh! Chupa querido! – disse eu com a voz carregada de desejo.

Meu marido não ficou parado. Ajoelhando-se ao lado da minha cabeça ele começou a dar batidinhas no meu rosto com a pica dele. Me batia nas bochechas e nos lábios. Até que não aguentei e abri meus lábios um pouquinho. Ele enfiou o pau lentamente na minha boca, como se fosse uma bocetinha apertadinha e comecei a mamar seu cacete com muita vontade. Eu me sentia uma mulher completa com aquela experiência totalmente nova. Havia tesão em todo o meu corpo. Em baixo, a boca e os dedos do Jorge trabalhavam meu grelinho e meu buraquinho provocando ondas de prazer que já me faziam adivinhar um orgasmo muito intenso enquanto meu marido acariciava meus peitos com suas mãos macias e fortes ao mesmo tempo que eu o chupava. Na minha mente eu me imaginava gozando na boca do Jorge ao mesmo tempo que meu marido gozaria na minha boca, enchendo-a com seu esperma quentinho.

Comecei a me contorcer toda, querendo gozar logo, quando ouvi o Jorge dizer algo que me deixou muito mais feliz.
– Tenho que foder sua mulher, Mário! Posso? – disse ele olhando para o meu marido. O Mário ficou por um momento sem reação, olhando para mim por um breve instante. O Jorge então optou por não esperar a resposta do meu marido. Ele apenas se deitou em cima de mim, e, com uma mão, posicionou sua ferramenta na entrada da minha boceta, que a esta altura, já estava clamando por um cacete bem duro. Ele então soltou seu peso em cima de mim e sua pica deslizou, entrando na minha xaninha vagarosamente, até o talo.
– Ahhhhhhhhhhh! Que delíciaaaaaaaaaaaaaaaaa! – gemi no ouvido dele, envolvendo meus braços e pernas no corpo daquele homem gostoso. Eu queria mais daquela rôla! Queria que ele enfiasse forte mesmo, sem dó. As ondas de prazer que eu tinha sentido até então não eram nada comparadas às que eu estava sentindo ao ser penetrada bem fundo, em movimentos cadenciados. O Jorge metia em mim com vontade. Ele, que sempre tentava ver minha calcinha por baixo das minhas saias, agora estava me tendo todinha para ele.

– Fique por cima dele, Tatiane – disse meu marido, punhetando seu pau e louco para participar ainda mais da nossa brincadeira. Obedeci de imediato. Eu e o Jorge rolamos um sobre o outro até eu ficar por cima. Agora era eu que empurrava minha pélvis ao encontro da dele, tentando ser penetrada cada vez mais fundo.
– Me fode, Jorge! Mete mais! Meteeeeeeeee! – eu falava quase chorando de prazer. As mãos dele seguravam firme na minha bunda e seus lábios procuraram os meus. Notava-se bem que Jorge era um homem muito carinhoso. Ele não se preocupava apenas em me foder, mas também era carinhoso em todos os seus movimentos. E isso me deixava maluca. Não demorou muito e senti suas mãos se enfiarem entre nós dois para novamente tocarem meus peitinhos durinhos.
– Meu Deusssssssss! Que gostosoooooo! – deixei escapar entre meus gemidos cada vez mais altos. Mas, a grande surpresa ainda estava para vir. Meu marido veio por trás de mim e começou a acariciar minha bunda enquanto eu cavalgava na pica do Jorge. Em seguida senti um dedo molhado de cuspe girar na entrada do meu cuzinho. Meu corpo se arrepiou todo e deixei-me relaxar por completa. O Mário então enfiou dois dedos no meu rabinho e eu sabia que ele estava preparando o caminho para seu pênis. Eu já conhecia aquele ritual.
– Me abraça bem forte que a coisa vai ficar feia para o meu lado agora – disse eu sorrindo e colocando minha cabeça no ombro do Jorge. Ele me abraçou forte, deixando meu corpo colado no dele e seu pau enfiado bem no fundo da minha bocetinha gulosa.

– Vamos te dar prazer em dobro agora, Tatiane! – disse meu marido apoiando as mãos na minha cintura e se agachando até seu pau ficar na altura da minha bunda. Em seguida ele posicionou a cabeça do pau na entrada do meu cuzinho e fez uma leve pressão. – Uiiii! Devagar, amor! – soltei um gritinho quando senti sua pica me invadir aos poucos. Meu cuzinho estava tão relaxado que meu marido não teve esforço nenhum para enfiar seu cacete duro e grosso no meu rabinho. – Ohhhhhhhhhh! Que cuzinho delicioso, Tatiane – meu marido falou enquanto começava um movimento de vai-e-vem muito gostoso no meu cú. Finalmente eu estava tendo a minha primeira dupla penetração. Quando eu descia minha pélvis, o Jorge me penetrava bem fundo, quando levantava meu corpo era a vez do Mário ir bem fundo em mim. Somado a tudo isso, os beijos do Jorge na minha boca e pescoço me traziam arrepios de tesão em todo o meu corpo. De repente senti uma espécie de curto-circuíto nos meus neurônios. Me desmanchei em prazer, êxtase e luxúria. Apoiando os braços no chão, e erguendo ligeiramente o corpo para não me tornar pesada para o Jorge, eu deixei de fazer qualquer movimento.
– Ahhhhhhhhhh! Meu Deus! Me fodam, seus tarados! Safados!!! – gritei, me sentindo uma puta naquele sanduíche gostoso que eles faziam comigo.

– Estou gozandoooooooo! – gemeu meu marido de repente. De imediato senti sua pôrra quentinha inundar meu ânus, que ficou totalmente lubrificado, fazendo com que seu pau agora deslizasse suavemente dentro de mim.
– Ohhhhhhhhhhh! Ahhhhhhhhhhh! Também vou gozarrrrrrr! – gemia agora o Jorge, aumentando o rítmo de seu cacete na minha petequinha.
– Podem gozar, safadinhos! Gozem nos meus buraquinhos! Beija… – não consegui terminar a frase. Minha voz sumiu e uma onda de prazer percorreu meu corpo. Minha boceta começou a apertar o pau do Jorge descontroladamente e meu cuzinho parecia querer sugar a pica do meu marido. Gozei como uma louca, gemendo bem alto mesmo.

Ficamos os três agarradinhos na mesma posição durante algum tempo. Seus paus já começavam a amolecer dentro de mim, mas eu ainda queria meu marido e o Jorge me apertando. Meu marido beijava minhas costas e nuca, enquanto o Jorge beijava minha boca carinhosamente. Quando meu marido finalmente saiu de cima de mim, eu escorreguei de cima do Jorge e ficamos os três deitados no chão, comigo entre os dois. Eu ria muito enquanto os dois alternavam suas carícias entre meus seios e minha bocetinha. Eu agora repartia meus beijos molhados pela boca dos dois e curtia uma sensação incrível sentindo a pôrra quentinha sair do meu cuzinho e xaninha. Aquela tinha sido uma experiência que todos nós gostamos e que viria a se repetir muitas vezes. O Jorge, por sua vez, cumpriu o combinado e trouxe a Sabrina para o nosso grupo. Nem preciso dizer o quanto ando satisfeita sexualmente. E meu marido? Anda radiante. Ele que gostava de ver seus amigos me comendo com os olhos, agora se diverte muito vendo o Jorge me foder em todas as posições possíveis e tendo sua vingança em cima do corpo delicioso da Sabrina. Minha intenção é colocar mais um casal na brincadeira. Vamos ver se consigo.


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