Camgirl e o seu Cliente

Camgirl e o seu Cliente – Conto Erótico

Era uma noite comum, igual tantas outras, sempre tão vazias – o vazio dói tanto, ele chega a corroer por dentro, mas não tem problemas, o vazio não fica a mostra, não fica estampado na cara, e se ficasse eu esconderia atrás da máscara.

Era só mais um cliente qualquer, igual todos os outros, buscando um corpo qualquer que estava sendo exibido na tela do seu computador.
Foi nessa noite, que um cliente entrou na minha sala, para ver um show, ele foi agradável desde o primeiro momento, estava sendo um ótimo cliente até passar a droga do numero do whatsapp, a principio pensei: “outro imbecil que pensa que eu faço programa”, eu pensei isso, mas meu subconsciente torcia para que eu estivesse errada.

No site que eu trabalhava tinha várias regras no relacionamento modelo e cliente -modelo só por formalidade, eu era stripper virtual, uma delas é proibido trocar contatos entre clientes e modelos, mas muitas garotas sempre trocavam, inclusive eu.

Eu salvei o celular dele só por curiosidade, para ver a foto dele, pois ele não havia aberto a cam para mim, mas infelizmente ele não tinha foto, mas mesmo assim deixei salvo porque esqueci de apagar.

No outro dia ele retornou, e perguntou porque eu não tinha enviado mensagem, novamente pensei: “saco, ele deve estar pensando que eu faço real”, ai respondi que fiquei em duvida porque não tinha foto do rosto, era uma paisagem de um horizonte, e mesmo ele confirmando que era ele mesmo, eu só enviei mensagem quando eu vi
o rosto dele.

E para a minha curiosidade ele era muito lindo e tinha um sorriso encantador.

Ele demonstrou interesse em ter um encontro real comigo, ou melhor com a pessoa que ele achava que eu fosse. Eu estava tão acostumada com clientes que vem com essa intenção e depois desaparecem porque não conseguem, então não dei importância.

Mas eu jamais me encontraria com um desconhecido que falo pela internet, ainda mais um cliente de um site de sexo virtual. Eu só sabia o que ele falava, que tinha 30 anos, era divorciado e morava em outro
Estado. E ele, o que ele sabia sobre mim? Sabia o que eu queria que ele soubesse, eu me apresentei com um nome falso, falei que morava em outra cidade.

Ele não era exigente em nada. Ás vezes parecia que ele entrava mais para conversar do que para gozar, porque a maioria das vezes que rolou o sexo virtual, eu tomei a iniciativa de tirar a roupa para ele, eu sempre perguntava se ele queria que eu continuasse, como ele respondia que sim ou por favor sim (ele era super educado), então eu ficava completamente nua e rolava a masturbação, sempre gozei, nunca fingi que gozava para segurar cliente, se eu demorasse ele pagava para ver eu gozando.

Ele parecia ser um homem sexualmente normal, não tinha nenhum fetiche bizarro. Confesso que muitas vezes deixava ele me esperando para ficar com outros clientes, pois ele iria me esperar mesmo, até eu ver que ele estava com outras strippers, senti raiva.

Dizem que  chumbo trocado não dói, né. Mas eu comecei a ficar com ciúmes, não sei se dele ou se do dinheiro dele, só sei que senti ciúmes.

Um dia ele enviou uma mensagem falando que estava no Estado onde eu moro, eu estava tão interessada que pensei: e eu com isso? Antes ele já havia falado que viria, mas achei que era brincadeira, talvez eu realmente tivesse dado esperanças que teríamos um encontro real, embora eu nunca pedi para ele vir.

E se ele pensasse que eu sou garota de programa? Não dava para pensar nisso, porque sou virgem e ele já viu meu hímen na webcam.
Mas mesmo assim, e se ele pensasse que sou uma puta virgem?

 

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Ele seria mais um que eu deixaria esperando, eu estava até planejando em arrumar as mais criativas desculpas para não encontrá-lo. Já deixei tanto homem esperando a virgem safada em estações de trem, ele seria só mais um trouxa.

Provavelmente ele deveria tentar encontros com todas as strippers, e falava as mesmas frases bonitinhas para todas -Ctrl+C e Ctrl+V, deveria até oferecer dinheiro para sair com elas, porque a maioria das camgirls são prostitutas.
Eu não deixaria me iludir por meia dúzia de palavras bonitinhas.

Ele tentou marcar um encontro comigo na mesma semana, mas eu falei um dia antes do encontro que não conseguiria ir, arranjei uma desculpa qualquer. Achei que ele seria inteligente o suficiente para perceber que eu não queria conhecer ele, mas não ele continuava insistindo em me ver pessoalmente.

Já era de noite, e eu estava no site, quando ele entrou por poucos minutos para me falar que iria dormir cedo para me encontrar na manhã do dia seguinte. Eu disse que também iria dormir, mas como eu não tinha interesse em acordar cedo e menos ainda em sair com ele, eu não fui dormir, continuei no site.

Parece que foi castigo, mas eu tive a pior noite da minha vida naquele site. Fiquei mais de oito horas online e não consegui nenhum cliente, todos que entravam me perguntavam se eu mostrava o rosto, se eu
usava brinquedinho, se eu ligava o áudio, se eu fazia real, parece que os piores usuários resolveram me visitar naquela noite. Foi um inferno.

Fui dormir eram quase cinco horas da manhã. Com muita raiva, muita raiva, claro que pelo dinheiro. Eu não sentia nada por ele, nada nele me chamou a atenção o suficiente para pensar em sair com ele.
Quando eu dormi eu sonhei com ele, mas foi tão real, eu senti ele ao meu lado na cama, segurando a minha mão, estávamos num quarto longe de ser em um motel, parecia uma casa, eu consegui visualizar o lado de fora da janela, era um sitio, então não era a casa dele, pois ele na época havia falado que morava em apartamento. E de repente, eu estava sozinha num quarto escuro e perguntando onde ele estava, e uma voz me respondia que eu havia perdido aquele homem por ser orgulhosa.

Foi só um sonho bobo, não foi?

Eu despertei e olhei no celular eram dez horas da manhã, e já tinha mensagens dele, falando que já estava vindo para a capital. Ele estava vindo, e eu estava deitada ainda. Então falei que tinha ido dormir de manhã, e ainda estava acordando, ele ficou bravo, eu pude sentir, embora ele não demonstrasse em momento algum. Eu tive a humildade de pedir para ele me esperar por favor.

E voltei a dormir, eu ainda estava com sono. Acordei meio dia com uma mensagem dele falando que já estava na capital, marcamos de nos encontrar em um shopping para tomar um café da manhã, mas já era horário de almoço, e ele almoçou sozinho. Ele havia comprado ingressos para irmos visitar o aquário da cidade, e perdeu os ingressos porque era meio dia e eu ainda não havia aparecido.

Eu levantei da cama, tomei um banho, me arrumei, coloquei uma calcinha roxa, um sutiã vermelho, um vestido preto com renda branca, e um shortinho por baixo, pois sempre que uso vestidos ou saias eu uso um short por baixo, principalmente quando preciso andar de transporte publico. Eu não estava super produzida para um encontro, eu tava mais com cara de quem iria na padaria da esquina de casa, estava salva pelo salto que me deixou elegante.

Não tive tempo de marcar um cabeleireiro, logo estava com o cabelo horrível. Minhas unhas estavam com um esmalte preto de não sei quantas semanas, parecia que eu era essas donas de casa relaxadas que passam o dia ariando panelas e lavando roupas na mão. E meu rosto estava péssimo, eu estava com olheiras que maquiagem nenhuma escondia, quase fui me encontrar com ele de mascara.

Era duas horas da tarde quando eu resolvi sair de casa, fui de transporte publico, coisa que eu odeio porque eu tenho sinusite crônica, evito lugares cheios. Mas por ele eu fiz esse sacrificio. Eu fui.

Quando eu estava num bairro vizinho eu enviei mensagem falando que já estava chegando, e pedi para ele me esperar na entrada, e falei que estava usando um vestido preto, só esqueci de mencionar da renda branca.
Durante toda a viagem eu me perguntava se ele estava mesmo me esperando ou se eu iria provar do meu próprio veneno, será que ele iria me deixar esperando igual eu fiz com tantos outros homens?
Será?
Quando cheguei ele me encontrou com um sorriso maravilhoso, diante daquele sorriso ninguém teria a menor chance, eu tentei resistir, fiquei na defensiva, eu tinha medo de ser ofendida verbalmente . Mas alem do sorriso encantador, ele era muito educado. Logo, havia sido conquistada pelo sorriso dele, muito mais lindo pessoalmente do que pela webcam.

Ele usava uma camisa vermelha com uma camiseta preta por baixo, e a corrente que ele sempre usava na cam, de perto eu vi que o pingente era um dragão, usava uma calça jeans e um tênis. Ele era um pouco mais baixo do que eu, um pouco, só dez centímetros, se eu soubesse não teria ido de salto, apesar que eu não ligo para altura, até porque o importante mesmo é na horizontal, que fica do mesmo tamanho.

-Oi, prazer eu sou o C.

-Oi, prazer.

Nem tive coragem de falar o meu nome, na verdade eu nem sabia que nome falar, o nick do site, o nome que ele achava que eu tinha, ou o meu nome verdadeiro. Eu não sabia o que responder.

-Poxa você é alta. Desconfiei que fosse alta quando você disse que foi policial.
-O salto também ajuda (risos). Você se importa de sair com uma garota alta?
-Logico que não, se você não se importa de sair com um baixinho.
-Jamais.
Eu ainda não estava acreditando que ele estava lá. Posteriormente falei para ele que eu não teria esperado se eu estivesse no lugar dele, no máximo esperaria uma hora, e depois mandava logo para o inferno.
Eu não atrasei cinco minutos, foram quase cinco horas.

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Eu estava totalmente sem graça pois eu não sabia que nome falar para ele. Eu fiquei sem graça de verdade. Acho que ele pensou que fosse por causa da altura, mas não foi. Eu não sabia como falar meu nome.
Diante daquela situação eu tinha que ser sincera com ele, resolvi falar a verdade, pedi desculpas e revelei meu nome verdadeiro, e a cidade onde eu morava. Até o momento ele estava sendo sincero, eu vi em seus olhos que ele falava a verdade. Ele não ficou bravo comigo, a calma dele me impressionava, ele foi tão compreensivo, falou que me entendia, que eu só estava me protegendo do ambiente em que eu estava.
Ficamos conversando na praça de alimentação do shopping, teve alguns momentos que ele segurava as minhas mãos com um pouco de força, eu achei que era porque eu tenho a mania de falar gesticulando com as mãos, mas não era, acho que ele queria falar alguma coisa, confesso que durante boa parte do encontro eu não consegui me concentrar no que ele falava, porque aquela boca estava me deixando louca de vontade de beijar, eu estava imaginando comoseria o beijo dele. Até que ele perguntou:

– Posso te dar um beijo?
-Não, não pode. -falei séria.

Ele ficou sem graça, quando eu comecei a rir e completei a frase:

-Só um? Você me esperou esse tempo todo apenas por um beijo?

Nos beijamos ali mesmo, na praça de alimentação. Puta que pariu que beijo gostoso. Depois fomos para o estacionamento, para nos beijarmos melhor. Ficamos mais de uma hora se pegando dentro do carro, eu não queria parar de beijar ele nunca mais. O melhor beijo até aquele momento em minha vida. Perguntei o que ele gostava de fazer na cama, ele respondeu:
– Gosto de dominar. -Segurou meu cabelo com força e me beijou.

Fechei os olhos, e durante aquele beijo, já me imaginei com os olhos vendados, algemada, amarrada, com aquele homem me torturando de tanto prazer.

– E você?
– Eu gosto de lugares públicos, estacionamentos de shoppings por exemplo. -Falei num tom provocador.

Continuei beijando ele e nessa altura eu já estava mordendo a boca dele, quando uma segurança do shopping disse que não poderíamos ficar dentro do carro por muito tempo. Então saímos, a principio iriamos para algum barzinho, chegamos a entrar em dois mas não conseguimos ficar, porque a gente só queria se agarrar, mas ainda consigo me lembrar da musica que tocava nos dois locais: Suíte 14.

Então voltamos para o carro, e iriamos tentar ir no terceiro bar, mas estava tão gostoso estarmos juntos que continuamos nos agarrando.
Em um certo momento eu estava passando a mão na barriga dele, eu queria mesmo era tocar no pau dele, ele deve ter percebido o que eu queria que ele mesmo colocou minha mão na rola dele por cima de calça, eu já senti ele do jeito que imaginava, duro, que delicia. A minha vontade era de chupar ali mesmo, no meio da rua, ao lado de uma
base comunitária da policia militar.

Mas me comportei, afinal, era o primeiro encontro, mas por ser o primeiro talvez não houvesse um segundo, poderia ser o primeiro e último, eu estava muito excitada, queria ir além.

Enquanto ele me beijava ele passou a mão no meu rosto, segurei sua mão dele e coloquei um dos dedos na minha boca, e chupei devagar, olhando em seus olhos. Será que ele entendeu o recado?
– O que você acha de irmos para outro lugar, para ficarmos mais a vontade, e mais seguros do que na rua? -Depois de ouvir ele falando isso, eu soube que ele tinha entendido. Bom garoto, ele não era tão lerdo.
Eu não sabia o que responder. Embora eu desejasse loucamente ficar mais tempo com ele, sentindo os seus beijos, mas eu precisava voltar para casa.

– Eu vou com você para onde você quiser.
Deixei o coração, a buceta, o cu responder, qualquer coisa respondeu, menos a garota esperta que eu achava que eu fosse.
Afinal, eu poderia chegar em casa por volta das duas horas da manhã.
Não teria problema, só algumas horinhas, valeria a pena levar bronca dos meus pais, por ele tudo valeria a pena. Ele conhecia pouco SP, então ficamos num motel na minha cidade mesmo.

Eu não havia planejado ter algum tipo de intimidade sexual com ele, eu estava usando uma calcinha larga, e não estava com a depilação em dia. Tendo em vista que nem o encontro no shopping eu planejava comparecer, meu cabelo estava horrível porque eu não havia ido ao cabeleireiro. Meu cabelo foi muito traumatizante para mim, eu gosto de estar com o cabelo impecável ate dentro do casa, imagina na rua, ou ainda com um homem.
Ao entrar na garagem, ele subiu o meu vestido e tirou a minha calcinha e meu short juntos, e começou a me chupar direto, foi uma das melhores sensações que eu tive na vida, aquela boca quentinha, aquela língua atrevida descobrindo e tocando a coisa mais preciosa que eu tenho. Quanto mais sentia a sua boca, mais ficava doida de
tesão. Além do melhor beijo, foi um dos melhore orais que recebi.

Gozei gostoso ali mesmo, na garagem do motel. Por coincidência a suíte era quatorze, tinha o mesmo nome da nossa musica.

Subi as escadas de pernas bambas, estava em êxtase ainda. Ao chegar no quarto, sentei na mesa, ainda usando o vestido, peguei a mão dele e coloquei na minha buceta, não demorou muito ele retirou o meu vestido e sutiã, e agora sim, eu estava completamente nua, mas ele ainda usava roupas. Gozei novamente, sentada na mesa, com ele
me tocando e me beijando.

Continuei beijando ele, e retirando sua camisa e camiseta, ele estava pegando fogo. Tão quente, eu precisava daquele corpo para me aquecer também. Não lembro de como tirei a calça dele, quando menos percebi estávamos nus e deitados na cama se beijando. E novamente começou a tocar na radio suíte 14, aquele musica estava em todo lugar, para depois me fazer lembrar dele sempre quando escutasse, droga!

Eu fiquei por cima dele, esfregando o pau dele na minha buceta e rebolando com as mãos apoiando no espelho da cama, e ele tocando os meus seios com as suas mãos que estavam tão quentes, acho que ele derreteu o meu coração de gelo. Gozei de novo. Parecia loucura, estar ali com ele: o cliente.

– Vira, deixa eu comer o seu cuzinho?
– Aham, deixo.
Virei de bruços, e pedi para ele ser carinhoso comigo.

No começo doeu um pouco pois faziam dois meses que eu não fazia sexo anal, mas quando entrou tudo, eu delirei de tesão. Aquela rola grande e grossa ficou apertando no meu cu mas a dor foi anulada pelo tesão que ele me proporcionou.

– Isso come gostoso, é todo seu.
-Minha potranquinha gostosa.
– Imagino você comendo assim a minha bucetinha, desse jeito.
– Vou bombar com força nela.
E Gozou gostoso.

Ficamos em silêncio por poucos minutos nos olhando, aquele olhar dele me deu vontade de chorar, nunca vi um olhar tão profundo, então fechei os olhos, e ele me beijou e disse que precisavámos comer alguma coisa.
Pedimos uma pizza, e ficamos conversando um pouco.

Eu não estava acreditando que eu estava ali com ele. Há menos de vinte e quatro horas atrás eu nem planejava encontrá-lo, e agora estava num quarto de motel com um desconhecido, era loucura, no primeiro encontro.
Ele foi ligar a hidro, fiquei sentada observando, ele parecia ser uma ótima pessoa.
Enquanto a banheira enchia nós voltamos para a cama, dessa vez ele esfregou o pau na minha buceta, eu ficava doida imaginando ele metendo aquele pau gostoso todo dentro e bombando forte. Gozei de
novo.

Ele deitou do meu lado na cama, não resisti, fiquei por cima, dei um beijo na sua boca, e desci beijando o seu corpo, até chegar onde eu realmente queria. Quando cheguei até o pau delicioso dele, eu beijei inteirinho, até as bolas, e voltei subindo até a cabeça, onde finalmente enfiei na minha boca aos poucos, realmente era um pau gostoso, até
o sabor dele era delicioso, tudo naquele homem era gostoso. Até que ele gozou na minha boca, o gozo dele tinha um sabor que eu nunca havia sentido antes, maravilhoso.

Quando olhamos a espuma da hidro estava quase no teto do banheiro. Ficamos um pouco na hidro, e depois ele falou que iria dormir um pouco, afinal ele tinha vindo de uma cidade do interior, dirigiu por aproximadamente duas horas, e ainda ficou me esperando por cinco.

Ele colocou o celular para despertar, e dormiu profundamente.
Eu não consegui dormir, fiquei em silêncio observando ele dormir, e me atrevi a fazer um cafuné na cabeça dele. Milhares de pensamentos passaram pela minha mente, um deles foi em levantar e ir embora antes dele acordar, eu queria fugir dele e do que eu estava sentindo.
Ele até comentou depois que eu poderia ter fugido com o dinheiro e o carro dele, e eu falei que ele também poderia ter colocado alguma droga no meu suco e ter me estuprado e até matado, mas não fizemos isso.
Já beijei mais de cinquenta homens, mas nunca havia sentido aquilo.
Já havia namorado por quase três anos, mas até aquele momento nunca havia tido tantos orgasmo numa única noite, e nunca havia ficado tanto tempo transando com alguém. Eu tinha um envolvimento físico recente com três homens na época que eu o conheci.

Ele foi o melhor. E possivelmente eu não teria ele outra vez, talvez aquele fosse o primeiro e último encontro. Eu tinha que ser realista comigo mesma, as chances seriam minimas de nos vermos outra vez.

Ele morava em outro Estado, e deveria ter outras garotas que ficavam com ele, possivelmente fui mais uma entre várias.
Acontece que vê-lo dormindo tão docemente fez com que eu me apaixonasse um pouco, só um pouco, bem pouco. Não foi a primeira vez que eu fui para cama com alguém no primeiro encontro, mas foi a primeira vez que eu tinha sentido isso.
Logo ele acordou, e me deu um beijo. Ninguém nunca havia me beijado ao acordar, também nunca dormi com alguém antes dele.
Entramos ás onze horas da noite no motel e saímos meio dia.

Relatei as vezes que me recordei de ter gozado, mas a quantidade exata eu não sei. Nós vestimos, e ele me deixou em casa. Que perigo, ele sabia onde eu morava. Se quisesse me sequestrar, juro que não acharia ruim, principalmente se me tratasse igual na noite anterior.

Porfavor, volta e me sequestra.
Cheguei em casa, já era de tarde. Subi para o meu quarto e novamente não consegui dormir. Fiquei pensando nele. Falei para meus pais que eu havia ido numa festa no interior com amigos, e conheci uma pessoa nessa festa que por coincidência eu já conversava antes de conhecer pessoalmente. Não sou boa com mentiras quando estou olhando nos olhos das pessoas, principalmente quem me conhece.

Aquela foi a maior loucura que eu fiz na vida. E olha que já fui praticamente uma agente dupla quando estava na policia e passava informações confidenciais para jornalistas. Mas nada tão perigoso com se apaixonar por um cliente.
No início não era para termos um encontro. Depois era apenas para nos conhecermos. Eu deveria ter voltado para casa, se eu tivesse juízo. Mas aqueles beijos, ah aqueles beijos. O problema não foi ter
sexo no primeiro encontro, mas foi eu ter me apaixonado no primeiro encontro.

Quando chegou a noite, eu fui dormir pensando nele, e me questionando: porque aconteceu? Será que teríamos um outro encontro? Será que eu veria aquele sorriso encantador novamente?
Será que sentiria seus beijos outra vez? Será que eu estaria em seusbraços mais uma vez? Será?

 


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