A Tara de Carla – Parte Final

Os dias se passaram e a incerteza a respeito dos meus sentimentos reais em relação ao Adalberto me atormentava.
Se eu estivesse mesmo apaixonada por ele meu casamento acabaria, com certeza, pois eu não saberia viver mentindo.
Toda vez que o Claudio me procurava à noite era maravilhoso. Eu tinha certeza de que o amava, mas não tinha a menor noção de que era feliz, pois o Adalberto não me saia da cabeça misturado à cena de minha adolescência na fazenda. Talvez se eu tivesse procurado a Isadora e conversado com ela, como psicóloga e amiga que é, as coisas não tivessem chegado a esse ponto, mas não a procurei. Fui orgulhosa e tentei resolver sozinha meu enrosco sentimental.
Certa vez, numa noite de sábado, eu e meu marido fomos a um restaurante.
Era pra ser um jantar romântico, só eu e ele com direito a motel depois. Até que meu marido foi chamado às pressas ao hospital. Um acidente gravíssimo aconteceu envolvendo um ônibus e um caminhão na rodovia e estavam chamando todos os médicos, pois as vítimas eram muitas. Fiquei sozinha e peguei um taxi pra casa, mas, no meio do caminho, cedendo a um impulso irresistível, dei um outro endereço ao motorista. O do Adalberto. Decidi em um impulso que toda aquela incerteza acabaria ali.
Cheguei no seu prédio às dez da noite. Decidida, subi até seu apartamento no quarto andar e toquei a campainha. Ele me viu pelo olho mágico e abriu.
— Eu sabia que você viria. — Disse ele num sorriso assim que abriu a porta e ficou me olhando de alto a baixo.
Ele estava só de bermuda e sem camisa expondo seu maravilhoso físico que tanto me atraia.
—Você vai me convidar pra entrar ou vamos ficar a noite toda aqui fora nos olhando? — Falei tirando-o do transe em que se encontrava.
— Claro, claro. Entra. — Disse ele gentil.
— Você quer beber alguma coisa…? Cerveja, café…— Falou ele assim que a porta se fechou.
—Eu quero dar, quero dar pra você agora. — Falei firme e decidida parada no meio da sala dele.
Ele não disse nada, apenas se aproximou com seus olhos de predador colados aos meus de presa indefesa. Começou a mordiscando de leve meus lábios e, aos poucos foram se transformando em beijos estalados e molhados que ecoava na sala. Seus braços negros e fortes foram me envolvendo apertando o meu corpo contra o seu que se encaixava em mim num enlace perfeito.
— Eu sabia que você seria completamente minha, pude ver nos seus olhos desde a primeira vez que te vi. — Disse ele entre um beijo e outro dominado pelo tesão. Eu apenas o fitava em silêncio, completamente entregue.
Sua língua invadia minha boca causando-me arrepios. Suas mãos enormes escorregaram pelas minhas costas e pousaram em minha bunda acariciando-a. De repente, ergueu-me nos braços como se eu fosse uma pluma e levou-me para o quarto. Naquela hora senti que não tinha mais volta. Era tudo ou nada. Uma parte de mim dizia que eu era louca e o Claudio não merecia isto. Outra parte gritava para que eu fosse em frente e acabasse logo com aquele tormento de sentimentos que me torturavam e com aquele desejo adormecido dentro de mim e que, de alguma forma, me machucava.
No quarto, colocou-me no chão, fechou a porta e se dedicou a vasculhar meu corpo com mais fúria ainda, numa atitude selvagem que me dava medo e tesão ao mesmo tempo.
Suas mãos em minhas costas baixaram o zíper do vestido preto e, logo em seguida, fez com que as alças do decote escorregassem pelos meus ombros libertando meus seios eriçados, ficando o vestido preso apena na cintura. Ele, vorazmente abocanhou-os com sua boca ávida por sexo ao mesmo tempo em que suas mãos escorregavam pelas minhas costas terminando de derrubar o vestido no chão, deixando-me só de calcinha e salto alto a mercê daquele garanhão.
—é a calcinha azul daquela noite em sua casa? — Perguntou ele fitando meu corpo. Apenas fiz que sim com a cabeça.
—Você é muito gostosa…— Falou ele em um sussurro transbordando deseja na voz.
Eu o empurrei para a cama fazendo com que caísse deitado.
—Agora é a minha vez.—Falei deitando-me sobre ele e fui beijando-lhe a boca bem lentamente. Lentamente desci pelo seu pescoço; peito e barriga até que cheguei a altura de seu membro que já se encontrava ereto. Puxei-lhe a bermuda para baixo deixando-o só de cueca e passei a beijar seu pau duro por cima do tecido até que a puxei de vez. Seu membro era enorme e grosso e me assustei. Ele pulou para fora da cueca como um boneco de molas. Fiquei admirando-o boquiaberta e imaginando como aquilo tudo tinha entrado dentro de mim quando ele me estuprou. Era comprido, muito grosso e preto, muito preto, com uma enorme cabeça que parecia um cogumelo gigante e tendo enormes veias salientes a rodeá-lo. Estava duro como pedra e fiquei mais molhada ainda ao imaginar que, em breve seria penetrada por aquele monstro enorme.
Eu sempre adorei fazer sexo oral mas, foi o Claudio quem me ensinou o jeito de que o homem gosta. Devagar, fui dando beijinhos de leve e curtindo o contado de meus lábios com aquele membro magnifico. Depois, fui passando a língua nele com quem lambe um picolé. Ele gemia em êxtase e, hora acariciava meus cabelos, hora os puxava. Então, eu o fui saboreando bem devagar com meus lábios subindo e descendo em movimentos lentos e compassados ao mesmo tempo em que fazia movimento circulares em torno da glande. O Adalberto uivava de prazer e dizia coisas ininteligíveis.
O Claudio dizia sempre que meu ponto forte na cama era o sexo oral. Ele dizia que uma mulher que sabe fazer uma chupeta bem feita, arranca qualquer coisa que queira de um homem , e que, muitas vezes, este é um fator primordial do sexo e muito homens se apaixonam perdidamente a partir daí.
Bem, eu estava ali debruçada sobre aquele troglodita negro pagando-lhe, talvez, o maior boquete de sua vida. Senti que sua respiração ficou ofegante e que não se continha movimentando os quadris. Percebi que ia gozar.
—Estou quase lá… Se quiser tirar a boca tem que ser agora…— Falou ele tentando me alertar para que não enchesse a boca com seu esperma. Eu, porém, estava acostumada a deixar que meu marido ejaculasse em minha boca e confesso que até gosto disso. Fiquei e acelerei os movimentos de língua em torno dele até que o Adalberto não aguentou mais e, com um urro de prazer, ejaculou. Eu engoli tudo e continuei chupando de leve. Sua satisfação era visível em seu sorriso.
— Ninguém, em toda minha vida, tinha me chupado assim tão gostoso, menina. — Falou ele satisfeito e, puxando-me para ele, beijou-me a boca, apaixonadamente.
—Agora é a minha vez de retribuir…— Disse ele e foi me beijando o pescoço; seios; barriga e desceu calmamente até as virilhas e coxas até chegar aos pés onde, sem pressa, retirou-me os sapatos parecendo curtir cada momento. Depois, foi subindo e retirou minha calcinha bem devagar, abriu minhas pernas e mergulhou o rosto entre elas. Sua língua ávida brincava com meu clitóris com a habilidade de quem sabe o que está fazendo. Involuntariamente, talvez movida pelo tesão, meus quadris se movimentavam acompanhando a dança daquela língua experiente buscando-a a cada vez que ela se afastava. Estava maravilhoso, mas, sinceramente, fiquei um pouco decepcionada, pois, a meu ver, o Claudio fazia muito melhor.
Quando ele percebeu que eu já não podia mais aguentar, Adalberto foi subindo e se ajeitou entre minhas pernas. Sua língua molhada mergulhou em minha boca em um beijo estalado enquanto seu membro roçava em minha vagina deixando-me louca.
— Vou meter ele inteirinho dentro de você de novo, vou meter ele nessa sua bucetinha, sua gostosa. Você é minha agora, toda minha e vou te comer muito.— Completou ele ajeitando seu membro na entradinha de minha vagina.
Arrepiei-me toda ao sentir aquele pênis enorme forçando a entrada em minha xoxota que, apesar de super molhada, oferecia resistência à toda aquela grossura que foi entrando devagar, preenchendo-me toda, causando-me arrepios e arrancando-me gemidos desvairados de prazer. Eu sentia aquele membro abrindo caminho em minhas entranhas; roçando-me todo o interior de minha vagina e provocando-me, inédita sensação de prazer.
O cheiro de nossos sexos pairava no ar
—Nossa…Como é apertada…— Fala ele em um quase grito enquanto me penetrava.
— Aiii… Devagar, por favor…— Falei quando senti seu pênis tocar meu útero. Ele já estava todo dentro de mim.
Neste momento, ele começou a movimentar-se entre minhas pernas com estocadas leves e compassadas.
Enquanto estávamos naquela posição, lembrei-me de minha mãe e, pela primeira vez na vida pude ter a noção exata do prazer que ela sentiu aquela manhã no estabulo. Essa lembrança aumentou meu tesão. Então eu o envolvi pela cintura com minhas pernas fazendo com que meus calcanhares se encontrassem em suas costas. Eu o empurrava com os calcanhares fazendo com que acelerasse os movimentos.
—Vai, seu desgraçado, você não queria me comer? Então agora mete gostoso e faz valer a pena, seu filho da puta. — Falava eu em completo desvario buscando orgasmos avassaladores que pudessem justificar eu estar ali em baixo daquele negro forte aquela noite.
— Quero te pegar por trás. — Falou ele saindo de cima de mim em um movimento rápido.
Eu, então, me ajeitei de joelhos sobre o colchão, ficando de quatro, toda arrebitada como uma cadela no cio. O Adalberto se posicionou atrás de mim e direcionou o membro à xoxota massageando meu clitóris com a glande por um momento, para, em seguida, cravá-lo com violência em mim causando-me mais dor que prazer.
Debrucei-me sobre minhas mãos e mordi os lençóis curtindo suas estocadas, cujos golpes em minha bunda provocavam um ruído surdo que enchiam o quarto.
—“Nossa, como é grande” — Era só o que eu pensava.—“ Ele não goza nunca…?”—Pensei, pois eu já tinha tido vários orgasmos e ele ainda não ejaculara pela segunda vez.
Seus movimento foram ficando cada vez mais rápidos e violentos. Ele se debruçou sobre mim fazendo com que eu me deitasse. Mais uma vez ele estava me estuprando e um misto de dor e prazer me invadiam. Ele ofega em minha nuca, até que ejacula em um grito e queda-se sobre mim, exausto, enquanto eu, submissa em baixo dele, ainda sentia seu pênis dentro de mim, agora imóvel.

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Depois de alguns instantes nessa imobilidade, tempo em que o membro voltou ao tamanho normal, o Adalberto rolou de cima de mim e dormiu pesado quase que instantaneamente.
Não pensei muito em meu marido naquele momento. Na verdade, não pensei em nada. Eu estava paralisada e meus pensamentos confusos. Até que percebi um imenso vazio como um imenso vazio entre mim e aquele homem que agora ressonava largado na cama e, pela primeira vez me perguntei o que eu estava fazendo ali…
Eu estava com as pernas bambas mas não sentia sono. O sexo foi bom, mas foi só.
— “ E agora…? É só isto…?” —Lembro de ter pensado naquela hora olhando aquele home roncar a meu lado.
Depois de todo aquele sexo ansiando loucura, que percebi só existirem em minha cabeça, cheguei a uma conclusão.
O Adalberto é muito bom de cama, mas é só. Tão oco quanto um bambu.
Enquanto ele dormia profundamente, fui tomar um banho, pois, por incrível que pareça, o cheiro dele em mim dava-me a estranha sensação de nojo.
Pela primeira vez em muitos dias eu me sentia leve e tranquila, como se tivesse tirado um grande peso de meus ombros e uma sombra de minha vida de uma vez por todas.
Saí do chuveiro sentindo-me renovada. Limpei o espelho embaçado com a palma da mão para ter a certeza de que era eu mesma refletida nele, pois, nos últimos dias eu já não me reconhecia mais e sorri contemplando meu reflexo.
Sem pressa, me enxuguei, voltei pro quarto e comecei a recolher minhas roupas espalhadas pelo chão. O Adalberto roncava pesado. Segurando minhas roupas, eu o olhei dormindo e não senti nada por ele além de pena. Agora tinha a certeza de que não estava apaixonada por ele e sorri aliviada.
Vesti-me e, quando terminava de me arrumar, ele acordou.
—Que isso, gata? Volta pra cama que é cedo ainda…— Falou ele com voz melosa como se eu fosse um bebe ou uma cretina qualquer. Odeio homens assim.
—Não. Eu preciso ir.— Falei secamente com frieza.
— Tudo bem. Eu te ligo depois então. — Diz ele em um bocejo se espreguiçando.
— Não, eu não quero que você me ligue. —Falei indiferente.
— Tudo bem então, você me liga pra gente marcar um novo encontro, já que somos amantes agora e…
—Não. — Falei simplesmente demonstrando raiva na voz.
—Nãaaao…! Não o quê?
—Não, eu não vou te ligar. Não, nós não somos amantes e não, nós não vamos nos encontrar de novo. Esta foi a última vez que transamos.
—Você não pode estar falando sério, gata…— Falou ele pulando da cama atônito enquanto eu terminava de passar batom em frente ao espelho.
—Mas estou falando sério sim, alias se você me conhecesse saberia que não sou mulher de brincadeiras.
—Não, não depois da noite fantástica que tivemos, você só pode estar curtindo com a minha cara.
—Só se foi fantástica pra você, porque, pra mim foi apenas sexo. —Falei pegando minha bolsa para ir embora. A vontade que eu tinha era de falar que a noite foi uma merda mas, apesar da raiva que me invadia me segurei para não ofende-lo.
Ele avançou e tentou me abraçar, eu me esquivei.
—Que é isso, Carla? Cê tá me dispensando…?
—Claro que estou te dispensando, será que é difícil entender?— falei irritada com a insistência dele em barrar meu caminho.
—Ah! Já sei,—continuei diante do silêncio dele,— o garanhão não tá acostumado a levar um fora, né?
— Não, eu não tô acostumado a levar um fora e acho que você não vai me dar um fora. — Fala ele com ar de superioridade, o que me irritava e causava mais repulsa ainda.
— quando você voltar pro seu maridinho e ver que ele não tem nada a te oferecer além de um sexo sem graça, você vai voltar correndo para mim. Cê tá apaixonada por mim, pude ver isso nos teus olhos. — Terminou ele triunfante e seguro de suas palavras.
—Como eu já te disse, se esta noite foi fantástica foi só pra você, porque, pra mim não teve nada de mais. O Claudio é muito melhor que você na cama e vou te dizer a razão. Você faz sexo como um animal no cio e o Claudio faz amor como um homem, e eu te garanto que fazer amor é muito melhor. —falava eu com raiva na voz e no olhar, enquanto ele apenas me olhava atônito.
—Meu marido, — continuei,— é capaz de fazer tudo o que você faz sem se virar de lado logo depois e roncar e como um porco. Ele me abraça, dá carinho; conversa e toma banho comigo. — Terminei triunfante demonstrando orgulho de meu marido.
Ele se sentou na cama arrasado.
—Quanto a estar apaixonada por você, — continuei após algum silêncio, — sinto em te informar que você se enganou. O quê você viu nos meus olhos e minhas atitudes, não foi mais que desejo ardente, fruto de uma antiga fantasia que eu tinha de transar com um homem negro, fantasia esta ocasionada por um trauma de infância ao qual não te interessa saber. Depois desta noite o desejo foi embora e não sobrou nada, nada mesmo. — Terminei em um suspiro de alivio e notei que lágrimas rolaram pelo rosto dele. Naquele momento, percebi que o feitiço tinha se virado contra o feiticeiro e ele é que tinha se apaixonado por mim. Uma pontinha de pena brotou lá no fundo de meu íntimo.
—E se o Claudio ficar sabendo do que houve entre a gente? — Falou ele insinuando uma delação. Me irritei e tive vontade mata-lo.
—Se o Claudio ficar sabendo ele vai sofrer, eu vou sofrer, meu filho vai sofrer, mas vamos sobreviver e, nem assim você vai me ter novamente, pelo contrário, mais afastada ainda eu vou estar.
— Você não presta, Carla…
—E você que fez de tudo para seduzir a mulher do seu melhor amigo? Você presta? Você dorme sabendo disto? Claro que dorme, né do contrário não seria o canalha que é. Como sou tola em perguntar, eu mesma vi que dorme e ronca tranquilo. Adeus, Adalberto, espero nunca mais te ver novamente. Nunca mais me ligue e nunca mais chegue perto de minha família novamente. —Fui dura com ele e saí sem nenhum remorso.
O Adalberto não se conformou e, uma carta anônima chegou às mãos do Claudio o que o obrigou a me confrontar. Não consegui mentir para meu marido e lhe contei tudo desde o início sem omitir nada.
Ele ficou em pedaços e pude ver em seus olhos o quanto sofria e isto foi como uma faca em meu coração.
Logo depois, o Adalberto quebrou o braço e duas costelas em uma surra que jamais foi explicada e voltou para o Acre, pra nunca mais voltar, espero.
Eu chorei muito mas meu casamento tinha acabado. Sofri pelos meus erros e a parte mais difícil pra mim foi assinar o divorcio.
Meu filho ficou comigo e nunca perdi as esperanças de reconquistar meu marido, esperança esta que se renovava a cada vez que o Claudio vinha buscar o Paulinho para o final de semana, até que, um dia fiquei sabendo que ele estava saindo com alguém e era sério. Meu desespero aumentou e caí em depressão tomando remédios fortíssimos e tudo piorou quando os vi juntos em um restaurante. Pareciam felizes, felicidade que foi minha e joguei fora. Desesperada saí a toda com o carro e sofri um acidente.
O amor falou mais alto ao coração de Claudio quando soube o que aconteceu comigo. Ele voltou pra junto de mim e resolveu me dar uma segunda chance e ficou a meu lado no leito do hospital. Eu lhe pedi perdão mil vezes.
Hoje estamos juntos novamente tentando nos fortalecer e curar nossas feridas. Sabemos que vamos ter que nos lembrar de muitas coisas e esquecer outras tantas e não será fácil.
Nunca mais tive aquele sonho e acho que superei por completo o trauma de minha infância.
Quanto ao Adalberto, sinto muita pena dele e nunca mais o vi nem espero vê-lo.
E quanto a você, leitor, cuidado com seus desejos, eles podem não valer a pena.
FIM

 

 

 


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