A tara de Carla – Parte 2

No domingo bem cedo, fomos para a chácara e preparamos tudo para o encontro com os amigos.
Era, mais ou menos, dez e meia da manhã e estávamos todos ao redor da piscina aproveitando o sol quando ele chegou. Irritantemente lindo e ridículo em uma horrível bermuda havaiana. O cafajeste chegou arrastando os olhares de toda a mulherada com seu sorrisinho de meia boca e seu olhar penetrante.
O Claudio fazia as honras da casa apresentando o amigo a todos.
Eu me sentei em uma mesa perto da piscina junto com a Nadia.
— Quem é aquele deus negro que acaba de chegar? — Pergunta ela olhando para ele por cima dos óculos escuros.
— Um amigo das antigas do Claudio. — Respondi não escondendo a antipatia pelo sujeito.
A Nadia é uma morena linda casada com o Marcos dono de uma imobiliária aqui em Campinas e estava na churrasqueira bebendo com os outros maridos.
Eu e ela somos amigas intimas há muito tempo, ela me conhece bem e pescou no ar o que estava rolando.
— Por que essa cara, amiga, o cara é um tremendo gato. — Fala ela jogando um verde em mim.
— É um chato arrogante de galocha isto é o que ele é, um convencido. — Falei nervosa.
—Chato nada, o cara é simpático pra caramba, Carla. Cê tá atraidassa por ele não tá? Olha aí a chance de resolver aquele problema…
— Cê tá louca, Nadia, o sujeito é um nojento asqueroso. — Falei indignada com a insinuação dela.
— Asqueroso ou gostoso? Olha o Claudio tá trazendo ele pra cá.
O meu digníssimo marido o trouxe até nossa mesa e o apresentou à Nadia. Os dois se sentaram conosco.
—Então, Adalberto, você é solteiro?— Pergunta ele, enxerida.
—Digamos que ainda não encontrei minha alma gêmea, ou talvez, tenha chegado tarde demais e ela tenha encontrado outro felizardo. — fala ele com uma sutil malícia lançando-me um discreto olhar que a Nadia pescou logo.
—Mas as almas gêmeas pertencem uma a outra, mesmo que já tenha casado com outro, quando se encontrarem, ficam juntos, é inevitável. — Fala minha amiga maliciosa botando lenha na fogueira. Eu a fuzilo com o olhar.
A bermuda que o Adalberto está usando é, realmente, ridícula. Não me contenho e solto uma risadinha furtiva encoberta pela palma da mão.
— Que foi, Carla? — Pergunta Claudio sem entender o risinho.
— Nada não, querido, nada não… bobagem minha. — Falei ainda contendo o riso enquanto a Nádia me lançava um olhar interrogativo e o Adalberto finge não perceber.
— O Adalberto é um garanhão, tem a mulher que quiser. Pra que ele vai querer se casar? — Fala meu marido, ridiculamente exaltando a masculinidade do amigo idiota. Aliás, os homens são todos uns idiotas nesse sentido.
— Não sei…Talvez porque sexo não seja tudo na vida. Um casamento baseado apenas no sexo está fadado ao fracasso. Para duas pessoas se casarem é preciso muito mais que tesão, é preciso amizade, amor e cumplicidade. —Diz Nádia com lucidez. Eu sorrio para ela satisfeita.
—Concordo plenamente. — Digo triunfante.
— É o que dá falar coisas de homem com uma psicóloga, a gente ganha uma análise grátis
Todos rimos.
— É verdade que tenho um pouco de sorte com as mulheres, mas concordo com a Nádia, um casamente não se resume a apenas sexo. — Diz Adalberto com um sorriso cínico lançando-me aquele olhar que me desconserta. Foi difícil disfarçar para que meu marido não percebesse o clima que estava rolando, mas a Nádia percebeu. Os dois se despedem e vão para junto dos rapazes conversar “coisas de homem”. Idiotas.
— É bem como o Claudio disse, ele tem a mulher que quiser e, parece que nós sabemos a quem ele quer agora. — Fala ela fitando-me com seu olhar inquiridor.
Fico deslocada.
— Cuidado, amiga, você pode se arrepender depois. O seu marido é perfeito. — Completa ela com olhar repreendedor e beberica a cerveja.
— E você acha que ele quer …a…a mim? — Falei meio sem jeito.
— Acho. — Diz ela olhando-me por cima dos óculos. — e acho que você também o quer.
— Você ficou louca, — explodi— Ele pode até me querer, mas eu não tô nem um pouco interessada em trair meu marido.
— É? Tô sabendo! — Retrucou ela.
—Boba. —Falei me levantando tão depressa que quase derrubei a mesa e fui dar um mergulho.
—“Será que tá tão na cara assim?”— Pensava eu preocupada.
Eu procurava manter-me longe dele para evitar comentários maldosos. Eu realmente não queria me envolver apesar do impulso imenso que me empurrava para ele. A cena que marcou-me a adolescência estava mais viva que nunca e me atormentava . O tesão me queimava, mas eu estava disposta a resistir e, durante toda a manhã o evitei.
Depois do almoço, alguns casais já tinham ido embora. O Claudio e os amigos foram para o campo jogar futebol e o Adalberto os acompanhou.
A Nádia e as garotas jogavam cartas na varanda e me senti, gostosamente, sozinha como gosto de ficar na piscina.
Senti um imenso alívio e fui pegar uma cerveja na despensa que fica em um quartinho atrás da churrasqueira.. Abri o freezer horizontal e, como o estoque estava baixo, debrucei-me sobre ele, peguei duas latas e, quando me virei, dei de cara com o Adalberto me encarando e sorrindo satisfeito com o pequeno showzinho que lhe proporcionei debruçando-me sobre o freezer. Corei de vergonha e ódio.
—Cê tá me seguindo? — Perguntei nervosa e ele percebeu minha vulnerabilidade.
O desgraçado fechou a porta e, em silêncio, foi caminhando devagar em minha direção fitando-me com seu olhar fatal que me desarmava.
Eu fui caminhando de costas tentando fugir dele. Meu coração estava aos pulos. Eu sabia que o que ele queria e sabia que precisava ser forte para resistir. Pensei em gritar mas a voz não saiu. Meus passos foram barrados quando esbarrei no freezer em minhas costas. Eu não tinha mais para onde fugir.
Ele tocou em meus seios e sentiu minha excitação ao perceber que estavam durinhos e isto o encorajou a ir em frente.
Encarando-me nos olhos, foi aproximando seus lábios dos meus e passou a língua macia lentamente sobre meu lábio superior e repetiu o mesmo movimento com o inferior. Logo em seguida, beijou-me loucamente invadindo minha boca sem nenhum pudor com sua língua atrevida.
Sem conseguir resistir, mas sentindo muita raiva de mim mesma por isso, cedi a ele que comprimiu com força seu corpo contra o meu e senti sua ereção poderosa me roçando.
Eu estava molhada mas revoltada com meus próprios sentimentos.
Ele tinha tudo planejado, o filho da puta, pois tirou um preservativo do bolso da bermuda e, com um movimento rápido e bruto, virou-me de costas para ele fazendo com que eu me debruçasse sobre o freezer, rasgou a embalagem da camisinha e a vestiu. Com violência, separou minhas pernas e puxou o biquíni de lado deixando minha vagina exposta e desprotegida.

 

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Fiquei arrepiada quando senti aquele negócio duro e grosso sendo forçado com violência contra minha vagina molhada; abrindo caminho em minha carne escorregadia; preenchendo-me toda como nunca antes; se afundando dentro de mim. Era enorme e podia senti-lo em todas as suas saliências apertadas contra as paredes de meu sexo.
Ele estava me estuprando com estocadas firmes e decididas fazendo com que eu pudesse senti-lo bem lá no fundo de mim. Um misto de raiva, indignação e tesão me dominava. De repente, eu me via ali debruçada sobre aquele freezer sendo a fêmea submissa daquele selvagem e fazendo um esforço tremendo para não gritar de dor e tesão. Eu sentia aquele membro potente em movimentos cada vez mais rápidos e frenéticos explodindo seus testículos sobre minha bunda produzindo o som abafado de pele golpeando pele, enquanto suas mãos, agarradas a minha cintura, me puxavam de encontro a ele. Tive um orgasmo enorme que me deixou tonta e quase perdi o folego tentando segurar o grito de prazer.
Logo em seguida, ele ejaculou e se retirou de dentro de mim quase tão rápido quanto entrou. Vestiu sua bermuda e se livrou da camisinha embrulhando-a em um guardanapo de papel e jogando-a no lixo, enquanto eu, completamente tonta e com a boceta formigando meio amortecida, levantei-me daquele freezer e me recompus da melhor maneira possível.
Eu estava com raiva de mim mesma. Com raiva e envergonhada pelo que deixara acontecer, enquanto ele mantinha um sorriso cínico de satisfação em seu rosto.
— Vou ficar mais uns dias em Campinas e gostaria de te ver de novo. Só que, desta vez com mais calma, em um clima mais romântico… — Falou ele me encarando com aquele maldito olhar .
— Você não tem vergonha? — Esbravejei atônita e chorando muito. — Eu sou a mulher do seu melhor amigo e você acabou de me estuprar…
— Ora, Carla, não seja dramática. Isto foi apenas sexo selvagem e era isto o que você queria, estava escrito nos seus olhos. A atração entre nós é evidente e, nós dois sabíamos que, uma hora ou outra o sexo entre nós aconteceria. Era só uma questão de tempo. Se não fosse comigo seria com outro. Tá na cara que ele não te satisfaz, então é melhor que você seja amante do melhor amigo dele do que de qualquer desconhecido. — Fala ele com um convencimento irritante.
— O quê…? Que absurdo…— Falei indignada.— Quem disse que ele não me satisfaz e quem disse que seremos amantes?
— Tudo bem, Carla, se você quer viver se enganando, vá em frente, mas tá na cara que você está apaixonada por mim. Todas ficam. Com a diferença que por você eu tô a fim de arriscar.
— Seu babaca convencido filho da puta…— Falei bufando de raiva e dei-lhe uma bofetada no rosto.
Ele não reagiu, apenas me encarou por alguns breves instantes para, em seguida, abrir um sorriso cínico.
— Negue o quanto quiser, mas, quando resolver aceitar que eu sou o homem da sua vida, o macho que te faz vibrar e te coloca no seu lugar de fêmea, é só me procurar. Você sabe onde me encontrar. Estarei esperando. — Disse isto e saiu triunfante.
Eu chorei de raiva até não poder mais. Depois, disfarçadamente, saí da despensa e, sem dar na vista, fui para minha suíte e tomei um, demorado, banho. Eu me sentia suja, imunda, pra ser mais exata. Como aquele idiota pode dizer que eu estava apaixonada por ele? Porém, a verdade que mais me machucava, que mais me fazia sentir suja, era que eu não tinha certeza absoluta sobre os meus sentimentos por ele ou pelo Claudio.
Naquela mesma noite o meu marido me procurou na cama e eu me entreguei a ele com desejo. O sexo com meu marido foi maravilhoso como sempre. Gentil e amoroso, ele me acolheu em seus braços depois de estarmos saciados. Conversamos e rimos muito curtindo nosso momento juntos e isto foi o melhor de tudo.
Depois que ele dormiu, eu chorei baixinho pela dor de o ter traído, e, pior que isso, também pela dor de constatar que eu continuava atraída pelo Adalberto, só que agora com mais força ainda.
—“ Estaria eu apaixonada por aquele canalha…?”— Pensei apavorada e isto me desesperou.
Passei o resto da noite em claro pensando naquele idiota e sentindo raiva de mim mesma por isso.
CONTINUA.

 


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2 comentários em “A tara de Carla – Parte 2

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